09 de julho de 2026
Geral

Cerca de 37 mil alunos da rede estadual voltam às aulas hoje


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Bauru possui 48 escolas estaduais, que a partir de hoje recebem 37 mil alunos para o ano letivo 2010. O Jornal da Cidade visitou três instituições em diferentes pontos da cidade para conferir as condições estruturais que os estudantes vão encontrar hoje. O único problema encontrado foi no muro de uma das escolas, que caiu com a chuva.

A primeira parada foi na escola Professor Ayrton Busch, localizada no Parque Jaraguá, que está totalmente reformada. A instituição de ensino entrou em reforma no primeiro semestre de 2009 e inicia as aulas de 2010 com nova pintura, grades para maior segurança, salas de aula conservadas e áreas de convívio inovadas.

Outra escola visitada pelo JC foi a Antônio Guedes de Azevedo, no Jardim Pagani. Com uma faixa de “Bem-vindo”, a escola se preparou para recepcionar os alunos com um ambiente bem conservado em todos os seus aspectos, salas de aula, quadras esportivas e banheiros.

Para finalizar, a reportagem passou pela escola Luiz Zuiani, no Parque São Jorge. O único problema constatado é que um trecho do muro do prédio caiu em decorrência das fortes chuvas. No mais, a escola apresentava pintura recente e estrutura aparentemente renovada.

Sobre a infra-estrutura das escolas, a diretora estadual da Apeoesp Suzi da Silva critica que as unidades de ensino recebem verba para reformas, mas outras melhorias ficam esquecidas. “As escolas contam com verba para investir em reformas para receber bem os alunos, mas falta ainda muita coisa. Temos escolas que ainda não têm biblioteca, por exemplo”, afirma a diretora estadual da Apeoesp.

Ela acha que falta critério sobre o que deve ser priorizado pela Secretaria Educação do Estado. “Quando a secretaria envia uma verba para a escola, infelizmente não dá autonomia para a direção da escola, juntamente com a comunidade escolar, decidir o que é prioritário para a instituição. Por exemplo, se o dinheiro vem para a pintura e a escola já estiver pintada, o governo recolhe a verba porque e a escola não pode suprir outras prioridades”, informa.