A vereadora era agressiva e autoritária tanto na vida pública quanto na privada.
O marido, um homem tímido, estava cansado de ser mandado pela mulher. E, por isso, procurou um analista. Este disse que ele precisava fortalecer sua autoestima e lhe deu um livro de autoajuda, que ele devorou no mesmo dia. Então, o marido entrou em casa com passos firmes em direção a sua mulher e sentenciou, com o dedo em riste: – De hoje em diante, quero que você saiba que eu sou o homem da casa e que a minha palavra é lei. Quero que você prepare um jantar dos deuses para mim e depois me sirva uma excelente sobremesa! Após o jantar você vai me dar um banho e eu vou relaxar. Quando eu acabar o banho, adivinhe quem vai me vestir e pentear meu cabelo?
A mulher respondeu: – O cara da agência funerária.
Cirso Mendes Silveira