Toda a forma de cultura é plausível em um país, ou melhor, em uma cidade carente de divertimento para as classes menos abastadas! Dez anos depois, o sambódromo voltou a cumprir o seu papel! Louvável! Mas não podemos esquecer e nem deixar que um aparato público, reformado novamente com dinheiro público, para o público, seja destruído e abandonado novamente. Para que no ano seguinte repetir-se o mesmo enredo? Que as escolas e a população, através de suas associações, preocupem-se em zelar e objetivar aquele logradouro público com novas ações comunitárias. Senhores vereadores, está aí uma sugestão, vamos ocupar o Sambódromo 365 dias do ano.
Rui Miguel Tripoli