08 de julho de 2026
Articulistas

Como é a mulher

Douglas S. Nogueira
| Tempo de leitura: 2 min

Ao contrário do que muitos homens imaginam, as mulheres são simples e fáceis de entender. Na cabeça dos “machões”, as queridas e encantadoras pérolas femininas, somente desejam uma coisa: sexo. Que engano! Que loucura! Elas nada mais querem que um simples afeto, uma doce compreensão e firmeza declarada, vinda de nós homens. São amáveis e não inexplicáveis. Não toleram bajulações em excesso, nem tão pouco grosseria e falta de romantismo. Para agradá-las, basta ficarmos no meio termo, ou seja, temos que nos portar como um jogador dos mais completos e inexistentes no mundo do futebol. Defensor, meio campista e atacante, camisa três, dez e nove, tudo no decorrer da convivência a qual temos com elas.

A mulher necessita, mais do que nunca, de um verdadeiro homem. Mas o que é esse verdadeiro homem? É, na verdade, o cavalheiro, romântico, entretanto, o herói, a rocha firme, aquele no qual ela pode, embaixo de seus braços, se esconder, não precisando chamar-lhe a atenção, por exemplo, para o dia de seu aniversário,  data de casamento ou pior, da data natalícia de sua mãe, no caso a estimada sogra. “Têm homens que não são homens, são meninos em fase adulta”.

Temos o dever de entendê-las no famoso “dia de mulheres”, onde a TPM (Tensão Pré-menstrual) as afligem. Devemos também ter a sensibilidade do que elas desejam nessa curta fase. Gritarem, serem amadas, ficarem isoladas, chorarem ou até mesmo, por incrível que pareça, serem xingadas e hostilizadas. Há mulheres com esse inacreditável desejo.

Muitas vezes, a mulher é obrigada a ser, como dizem os psicólogos, inexplicável, pois assim, inconscientemente, dão um empurrão, naquele que falta algo ainda para tornar-se de fato um homem. Isso independente da idade do metido a “machão”.

A postura que tomam em relação às tentações carnais (traições) é algo exemplar, dificilmente caem nesse abismo,portanto forçar uma mulher a aventuras fora do namoro ou extras conjugais pode ser um tiro saído pela culatra, pois se elas não estiverem a fim, essa “brincadeira” pode tornar-se um martírio.

Saber o momento de amá-la, aconselhá-la, impulsioná-la ou de deixá-la em paz é uma percepção muito fácil, a qual, nós homens, devemos obter. Basta andarmos debaixo do braço, com um pequeno catálogo imaginário, que vou denominar de “Como agradar realmente uma mulher”. É um lindo ser, que necessita nada mais nada menos que o inteligente toque masculino em suas vidas. Esse recheado de amor, carinho, reconhecimento e postura firme, pronto a aconchegá-la.

O autor, Douglas S. Nogueira, é 1.° Secretário da Academia do Círculo Barbarense de Escritores e Leitores - Acíbel