11 de julho de 2026
Esportes

Basquete: GRSA/Itabom faz jogo frio, mas derrota Saldanha e se reabilita

Ricardo Santana
| Tempo de leitura: 2 min

O torcedor que foi esperando uma vitória arrasadora do GRSA/Itabom ontem contra o Saldanha da Gama saiu com a impressão que faltou algo. Apesar do placar de 94 a 72, o time de Bauru não fez uma partida de “guerreiros”. O time precisará jogar muito mais para vencer, amanhã, a equipe do Cetaf, novamente no ginásio da Luso, às 11h.

O técnico Guerrinha comentou que o jogo de ontem foi um apronto para enfrentar uma equipe mais encorpada, como o adversário de amanhã. As boas participações de Tatu, Renato, Gaspar e Eddy foram o fato positivo de ontem. Para Guerrinha, o jogo valeu também pela condição de revezamento. Realmente o armador Tatu esteve muito aplicado, suou a camisa e iniciou vários contra-ataques. “O timo jogou bem e o importante, agora, é mais uma passo que nós demos”, destacou o armador.

O que faltou foi arrebentar no placar impondo um jogo de maior pressão, o que só ocorreu na segunda parte do quarto final de jogo. “Nós não deixamos eles entrarem no jogo”, justificou Guerrinha. O público desta vez sentiu que o time estava “frio” demais para um jogo em que se reencontrava com sua torcida após três derrotas consecutivas jogando fora - Assis, Brasília e Minas. “Jogo tranquilo e para ganhar com diferença de 20 pontos. E podia passar de 100”, definiu a torcedora Luciane Zanata.

O cestinha da partida foi o cubano Amiel Vega, com 19 pontos. Ele ficou um ponto à frente de Fischer, que anotou 18. No segundo quarto, com 39 a 30 para Bauru e restando 2min14, o jogo era tecnicamente muito fraco. O time capixaba ameaçou encostar e Guerrinha pediu tempo. A bronca valeu e o primeiro tempo encerrou 46 a 30.

No início do terceiro quarto, o pivô norte-americano Jeff Agba voltou esperto. Foram dois ataques com ele concluindo e colocando 50 para o GRSA/Itabom. O ginásio foi levantar quando faltavam 31 segundos para o fim do quarto. Tatu brigou e lançou para Eddy enterrar. O terceiro quarto fechou 73 a 54.

O último quarto começou com a equipe de Guerrinha sonolenta. Com quase 2 minutos de jogo, o 73 permanecia e os capixabas faziam 59. Em outro contra-ataque iniciado por Tatu, Fischer fez 80 a 59, restando 7min27. Bauru resolveu apertar a marcação restando pouco mais de cinco minutos para o fim. Mas era tarde para chegar aos 100 e a partida terminou 94 a 72.