Bauru está perdendo totalmente o controle do lixo, entulho e até animais mortos lançados por ambulantes, carroceiros e também por pessoas mal-educadas de nossa cidade. Não é possível que nossas autoridades ambientais (Secretaria do Meio Ambiente) fechem os olhos para essa situação e não tomem nenhuma providência. Afinal, para que serve essa Secretaria? Será que não é hora de uma campanha de conscientização em todas as residências e, principalmente, nas escolas de nossa cidade?
Será que essas pessoas não sabem que lixo traz doenças e insetos peçonhentos para nossas residências? Será que a superlotação dos PS não é em parte causada pelo lixo nos terrenos abandonados próximos às casas? Vamos esperar que mais uma geração saia das escolas sem nenhuma consciência ética/ambiental? Quero aqui deixar meu protesto de indignação com os responsáveis pela limpeza de nossa cidade.
Não basta apenas varrer a área central da cidade; deve-se mantê-la limpa em todos os bairros. Como exemplo, cito a rua Antônio da Silva Souto, nas quadras 6 e 7, lado do muro do Esporte Clube Noroeste. Lá os carroceiros e moradores jogam entulho, lixo e galhos de árvores sobre a calçada. Cito também a quadra 8 da rua Halim Haidar, na Vila Industrial, bem em frente ao Ginásio de Esporte da Prefeitura, onde tem lixo e entulho no meio da rua e na calçada. Na rua Antônio Requena Nevado, Vila São João, quadras 1 e 2 também tem entulho espalhado por toda a rua e ainda tantos outros lugares.
Se ruas, calçadas e terrenos estivessem sempre limpos, inibiriam pessoas mal-educadas de ali sujarem. Sr. prefeito, o sr. se diz um ambientalista, conscientize-se que apenas um caminhão para recolher os galhos de podas de árvores de toda a cidade é im-possível. A demora na coleta desses galhos incentiva os mal-educados a jogarem seus lixos e entulhos no mesmo lugar. Já passou dos limites tanto descaso com o lixo a céu aberto nas ruas e terrenos. Em época de eleição, os “candidatos” olham em todas as direções da cidade e depois de eleitos, apenas onde é conveniente.
Mário Eduardo Lazaretto