Resta apenas o resultado do confronto datiloscópico, que analisa digitais, para a Delegacia de Investigações Gerais (DIG) esclarecer oficialmente de quem é o corpo da mulher encontrada no rio Bauru, há dez dias. Ela foi localizada na altura do Jardim Bela Vista, enrolada em um tecido, vestindo roupas masculinas. Segundo o titular da DIG, Carlos Aberto Gomes da Rocha Silva, trata-se de uma pessoa que mantinha relações homoafetivas e era usuária de drogas.
Seu nome, no entanto, só será divulgado após o resultado do exame. O corpo chegou a ser identificado como o de Silvana Barnabé Cruz - a partir do reconhecimento dos familiares dela, que o enterraram no cemitério Cristo Rei. Cinco dias depois do sepultamento, a moça reapareceu para alívio dos parentes. Silvana estava na casa de um conhecido, na Vila Falcão, e não tinha ideia do que havia acontecido.
A confusão, porém, não deve resultar em problemas à moça reconhecida por engano porque o laudo do Instituto Médico Legal (IML) não havia saído em nome dela, assim como a declaração de óbito, informa o delegado.