08 de julho de 2026
Articulistas

Dr. Maldonado e as evidências

José Francisco da Silva Neto
| Tempo de leitura: 2 min

A recente perda do médico-homeopata-amigo doutor Osvaldo Maldonado certamente deixou um imenso vazio nos corações de todos nós, pacientes impacientes em busca pela cura dos mais diversos males. Com sua postura sempre calma, de escuta e de ausculta sobre nós enfermos, sempre deu dito profissional - nestes dez anos em que o pudemos prazerosamente testemunhar e naturalmente nos demais, em que tantos outros o constataram - lições claras sobre como a humildade e a sabedoria andam naturalmente juntas .

Ao prescrever medicação, via de regra vaticinava o dr. Maldonado retorno já poucos dias a seguir, isso mesmo, para a confirmação do acerto da tese que, em seu estudiosismo, sempre desenvolvia em torno da enfermidade, como para eventual reparo/correção de curso do tratamento, em evidente demonstração de que a incessante busca pela cura do próximo sempre caminhou em simultaneidade com a natural falibilidade humana e com os mistérios do milagre chamado vida, a presentear cada qual de nós de um jeito e a surpreender com reações e sintomas até a um profissional com a tarimba de seus mais de cincoenta anos de medicina.

 Encontrada/alcançada a cura e ao retorno, sorria o estimado dr. Maldonado -  enquanto nós sempre atônitos/espantados/aliviados com o tom certeiro/eficaz/solucionador, que a Homeopatia proporciona ao corpo humano - e então  afirmava, face aos críticos de tal segmento da Medicina: “...contra as evidências não há argumentos...” 

Memorável, exemplar dr. Maldonado, como isso se repetiu na vida e na alma de tantos seres como nós, por isso aqui, a um só tempo, nossa homenagem ao Grande Ser Humano  que Vossa Senhoria foi e sempre será para todos nós, bem assim a esperança de que, um dia, caia a homeopatia no gosto dos governos, em todas as esferas, para que seu magnífico alcance beneficie a todas as camadas, com medicamentos de baixíssimo custo e recuperação de cabal eficácia.

Parabéns, dr. Maldonado, por tudo e por tudo.

O autor, José Francisco da Silva Neto, é juiz federal