11 de julho de 2026
Economia & Negócios

Clima melhor no Exterior ajuda Bovespa a subir 1,98%; dólar tem queda de 1,09%


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A Bovespa deu sequência à recuperação que iniciou, na véspera, ao tombo de 3,43% de terça-feira. Mas o vigor de ontem foi muito maior, em razão do clima mais ameno no exterior em relação à crise grega e também com balanços favoráveis que impulsionaram as bolsas em Wall Street. O Ibovespa, que chegou a avançar mais de 2% no melhor momento do dia, fechou com valorização menor, mas conseguiu recuperar o nível de 67 mil pontos.

O Ibovespa terminou ontem em alta de 1,98%, aos 67.978,05 pontos. Na mínima, registrou 66.661 pontos (+0,01%) e, na máxima, os 68.012 pontos (+2,04%). No mês, a bolsa recua 3,40% e, no ano, 0,89%. O giro financeiro totalizou R$ 5,502 bilhões.

A aversão a risco diminuiu nos mercados globais ontem diante da percepção de que a solução para a Grécia não tardará - há quem fale que ela pode sair até mesmo antes do final de semana. O provável aumento da ajuda - ao invés de cerca de 45 bilhões de euros agora seriam 120 bilhões de euros - também agradou aos mercados. As bolsas europeias fecharam em alta, com destaque para a de Atenas, que subiu 7,14%, aos 1.829,29 pontos.

Nos EUA, os balanços foram os destaques a impulsionar os índices acionários, ainda puxados pelas perspectivas melhores para a economia previstas ontem pelo Federal Reserve após a reunião de política monetária. O Dow Jones subiu 1,10%, aos 11.167,32 pontos, o S&P avançou 1,29%, aos 1.206,77 pontos, o Nasdaq ganhou 1,63%, aos 2.511,92 pontos. Alguns indicadores conhecidos ontem também vieram bons, como os dados sobre a atividade no setor de manufatura do Fed de Kansas, cujo índice de atividade subiu para 24 neste mês, de 18 em março.

No Brasil, poucas ações do Ibovespa caíram. As maiores baixas foram Telemar ON (-3,23%), Telemar PN (-1,57%), e Klabin PN (-1,28%). Registraram as maiores altas do índice Duratex ON (+5,94%), Cesp PNB (+5,09%) e PDG ON (+4,39%). Petrobras ON registrou variação positiva de 1,90% e a PN, de 1,95%. Na Nymex, o contrato do petróleo para junho subiu 2,34%, para US$ 85,17 o barril. Vale ON subiu 2,74% e PNA, 3,35%.

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RENDA FIXA

Renda bruta: 9,31%

Ganho líquido/30 dias: 0,78%

Pela taxa média de 9,31% ao ano paga a grandes investidores, uma aplicação em CDB prefixado com prazo de 30 dias corridos e 21 dias úteis foi fechada ontem com rendimento bruto de 0,780166% e líquido de 0,624133%. A média de retorno para uma aplicação de pequena quantia de recursos, de acordo com o critério de cada instituição, era de 7,44% ao ano, com rentabilidade bruta de 0,628463% e líquida de 0,502771%.

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BOLSA DE SP

Bovespa: alta de 1,98%

Volume: R$ 5,50 bilhões

A Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) fechou em alta de 1,98%, aos 67.978,05 pontos e com R$ 5,50 bilhões negociados. Nos Estados Unidos, a Dow Jones apresentou alta de 1,10% e a Nasdaq subiu 1,63%.

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OURO

Ouro/grama: R$ 69,80

Variação: estável

A cotação do grama do ouro apresentou estabilidade na Bolsa de Mercadorias & Futuros (BM&F), a R$ 69,80. Na Comex, divisão de metais da Bolsa Mercantil de Nova York, a onça-troy do metal era cotada a US$ 1,167,10, apresentando alta de 0,16% às 18h02.

DÓLAR

Comercial: R$ 1,732

Variação: baixa de 1,09%

O dólar comercial fechou em baixa de 1,09% com valor de compra de R$ 1,730 e de venda de R$ 1,7320. O paralelo apresentou alta de 0,52% a R$ 1,79 na compra e R$ 1,95 na venda. O dólar turismo teve baixa de 1,14% a R$ 1,6690 na compra e R$ 1,8190 na venda.

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Tendências no mercado

Contratos de dólar futuro com vencimento em maio fecharam a R$ 1,729,50 na Bolsa de Mercadorias & Futuros (BM&F), em queda de -1,26% às 18h05. O Índice Bovespa Futuro para junho fechou em alta de 2,08% aos 68.600, e contratos de juros futuros (DI) com vencimento em janeiro de 2011 e janeiro de 2012 a 11,010% e 12,160%, respectivamente.