11 de julho de 2026
Economia & Negócios

NY vira para cima no final e ameniza perda da Bovespa; dólar vai a R$ 1,81


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A Bovespa fechou ontem em queda pela terceira sessão consecutiva, abaixo dos 63 mil pontos e no menor nível desde fevereiro passado. O sinal negativo vindo das bolsas externas e a queda do euro e das commodities se somaram ao vencimento de opções sobre ações para levar o principal índice à vista para baixo. As perdas, no entanto, diminuíram no final com a inversão para cima das bolsas norte-americanas.

O Ibovespa terminou o dia em queda de 0,86%, aos 62.866,26 pontos, menor patamar desde 5 de fevereiro deste ano (62.762,70 pontos). Na mínima, o índice registrou 61.825 pontos (-2,50%) e, na máxima, os 63.593 pontos (+0,29%). No mês, as perdas atingem 6,90% e, no ano, 8,34%. Nestes três pregões, as perdas acumuladas foram de 3,61%. O giro financeiro totalizou R$ 9,91 bilhões, dos quais R$ 2,42 bilhões referem-se ao exercício de contratos de opções sobre ações.

Com o tombo dos metais e do petróleo, as blue chips Petrobras e Vale fecharam em baixa, mas os papéis da mineradora foram mais fortemente prejudicados porque a estatal, além de já ter sofrido mais nas últimas semanas, teve ajuda dos números de seu balanço, divulgado na última sexta-feira. Petrobras ON perdeu 1,18% e PN, 0,80%. A estatal anunciou lucro líquido de R$ 7,726 bilhões no primeiro trimestre do ano, 13,7% acima das estimativas dos analistas consultados pela Agência Estado (R$ 6,794 bilhões). Na Nymex, o contrato do petróleo para junho recuou 2,14%, para US$ 70,08 o barril.

Vale ON perdeu 1,55% e PNA, 1,84%. Gerdau PN recuou 2,71%, Metalúrgica Gerdau PN, 0,66%, Usiminas PNA, 3,97%, CSN ON, 3,60%. Os metais básicos fecharam em queda.

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RENDA FIXA

Renda bruta: 9,58%

Ganho líquido/30 dias: 0,61%

Pela taxa média de 9,58% ao ano paga a grandes investidores, uma aplicação em CDB prefixado com prazo de 30 dias corridos e 21 dias úteis foi fechada ontem com rendimento bruto de 0,76% e líquido de 0,61%. A média de retorno para uma aplicação de pequena quantia de recursos, de acordo com o critério de cada instituição, era de 7,62% ao ano, com rentabilidade bruta de 0,61% e líquida de 0,49%.

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BOLSA DE SP

Bovespa: queda de 0,86%

Volume: R$ 9,91 bilhões

A Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) terminou a segunda-feira com uma desvalorização de 0,86%, aos 62.866,26 pontos e com um volume financeiro de R$ 9,91 bilhões negociados.

Em Nova York, nos Estados Unidos, o índice Dow Jones fechou o dia em alta de 0,05% e o índice Nasdaq avançou 0,31%.

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OURO

Ouro/grama: R$ 73,50

Variação: alta de 1,37%

Na Bolsa de Mercadorias & Futuros (BM&F), o grama do ouro encerrou o dia de ontem negociado a R$ 73,50, com uma alta de 1,37% em comparação com o fechamento da última sexta-feira.

Na Comex, divisão de metais da Bolsa Mercantil de Nova York, a onça-troy do metal era cotada a US$ 1,222,80, apresentando baixa de 0,83% às 17h42 de ontem.

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DÓLAR

Comercial: R$ 1,810

Variação: alta de 0,28%

O dólar comercial terminou ontem a valorização de 0,28%, valendo R$ 1,808 na compra e R$ 1,810 na venda. O dólar paralelo terminou o dia com alta de 1,03%, negociado a R$ 1,840 para a compra e a R$ 1,970 para a venda. O dólar turismo teve um avanço de 0,21%, cotado a R$ 1,793 na compra e a R$ 1,897 na venda.

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Tendências no mercado

Contratos de dólar futuro com vencimento em junho fecharam a R$ 1805,5 na Bolsa de Mercadorias & Futuros (BM&F), em alta de 0,06% às 17h45. O Índice Bovespa Futuro para junho fechou em queda de 0,72% aos 63.220, e contratos de juros futuros (DI) com vencimento em janeiro de 2011 e janeiro de 2012 a 11,06% e 12,28%, respectivamente.