10 de julho de 2026
Internacional

Crescem críticas à BP; o vazamento de óleo continua nos Estados Unidos


| Tempo de leitura: 1 min

Nova York - Raiva, ceticismo e acusações foram despejadas ontem sobre a gigante petrolífera BP, que tenta controlar o vazamento de petróleo em um poço do Golfo do México há um mês. Parlamentares e cientistas acusaram a BP de tentar acobertar a dimensão do acidente, que muitos acreditam que já seja o pior desse tipo na história do país, superando o vazamento de 1989 no navio Exxon Valdez no Alasca. O petróleo que jorra no Golfo do México ameaça provocar graves prejuízos ambientais e econômicos na costa sul dos EUA.

A BP, que tem sede em Londres, diz que seus engenheiros estão colaborando com cientistas para determinar o volume real do vazamento, enquanto a empresa tenta controlar o problema. A próxima tática será a de “sufocar” o poço com fluidos pesados (como lama), para depois cimentá-lo. A operação pode começar na terça-feira da semana que vem, segundo o diretor de operações da companhia, Doug Suttles.