11 de julho de 2026
Economia & Negócios

Bovespa recua 0,57% em sessão de volume fraco; dólar avança e é vendido a R$ 1,864


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A Bovespa teve um início de semana morno e com volume fraco. A volatilidade, que foi grande pela manhã em razão da notícia de que o banco espanhol CajaSur teve que ser socorrido pelo governo do país, voltou a crescer perto do final dos negócios, puxada pelo comportamento das bolsas norte-americanas. E essa deve ser a tônica da semana, à medida que a agenda e o noticiário tragam dados mais impactantes aos negócios.

O Ibovespa iniciou a semana em baixa de 0,57%, aos 59 915,14 pontos. Na mínima, registrou 59.815 pontos (-0,74%) e, na máxima, os 60.850 pontos (+0,98%). No mês, acumula perdas de 11,27% e, no ano, de 12,64%. O giro financeiro somou meros R$ 4,64 bilhões, o menor de maio.

No final de semana, o Banco da Espanha assumiu o controle do banco de poupança CajaSur, controlado pela igreja católica romana, segunda instituição espanhola a entrar em colapso financeiro desde o início da crise global há mais de dois anos. O banco é pequeno: tem € 13 bilhões de (US$ 16,35 bilhões) em empréstimos e detém 0,6% do total de ativos do sistema financeiro espanhol. A notícia, entretanto, gerou um pouco de ruído no mercado, que anda tenso com a indefinição na condução da crise europeia.

No Brasil, as ações da Petrobras pesaram mais uma vez sobre o Ibovespa, ao caírem, na contramão do petróleo. Os papéis continuam sentindo os efeitos do processo de capitalização, ainda incerto. Petrobras ON perdeu 1,09% e PN, 0,84%. Na Nymex, o contrato do petróleo para julho subiu 0,24%, para US$ 70,21. Vale ON terminou em queda de 1,05% e PNA, de 1,22%.

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RENDA FIXA

Renda bruta: 9,75%

Ganho líquido/30 dias: 0,62%

Pela taxa média de 9,75% ao ano paga a grandes investidores, uma aplicação em CDB prefixado com prazo de 30 dias corridos e 21 dias úteis foi fechada ontem com rendimento bruto de 0,77% e líquido de 0,62%. A média de retorno para uma aplicação de pequena quantia de recursos, de acordo com o critério de cada instituição, era de 7,80% ao ano, com rentabilidade bruta de 0,62% e líquida de 0,50%.

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BOLSA DE SP

Bovespa: queda de 0,57%

Volume: R$ 4,64 bilhões

A Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) encerrou o segunda-feira com uma desvalorização de 0,57%, aos 59.915,14 pontos e com um fraco volume financeiro de R$ 4,64 bilhões negociados.

Em Nova York, nos Estados Unidos, o índice Dow Jones recuou 1,24% e o índice Nasdaq sofreu uma baixa de 0,69%.

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OURO

Ouro/grama: R$ 72,80

Variação: alta de 1,82%

Na Bolsa de Mercadorias & Futuros (BM&F), ao grama do ouro terminou o dia negociado a R$ 72,80, com uma valorização de 1,82% em comparação com o fechamento da última sexta-feira.

Na Comex, divisão de metais da Bolsa Mercantil de NY, a onça-troy do metal era cotada a US$ 1,191,65, apresentando alta de 1,25% às 17h55 de ontem.

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DÓLAR

Comercial: R$ 1,864

Variação: alta de 0,16%

O dólar comercial fechou a segunda-feira com uma ligeira alta de 0,16%, valendo R$ 1,862 na compra e a R$ 1,864 na venda. O dólar paralelo permaneceu estável, negociado a R$ 1,890 para a compra e a R$ 2,030 para a venda. O dólar turismo também manteve-se estável, cotado a R$ 1,823 na compra e a R$ 1,953 na venda.

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Tendências no mercado

Contratos de dólar futuro com vencimento em junho fecharam a R$ 1,875,0 na Bolsa de Mercadorias & Futuros (BM&F), em alta de 0,97% às 17h58. O Índice Bovespa Futuro para junho fechou em baixa de 0,69% aos 60 045, e contratos de juros futuros (DI) com vencimento em janeiro de 2011 e janeiro de 2012 a 10,90% e 12,02%, respectivamente.