11 de julho de 2026
Economia & Negócios

Petrobras sobe e limita perda do Ibovespa a -0,23%; dólar recua e fecha a R$ 1,809


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Depois de subir quase 5% em dois pregões, a Bovespa passou ontem por uma suave realização de lucros. As ordens de vendas foram mais fortes no início da tarde, amparadas pela notícia de que a Fitch rebaixou os ratings da Espanha, o que levou as Bolsas norte-americanas a ampliarem as quedas e a Bovespa a firmar-se na trajetória de baixa. O avanço de Petrobras ao longo do pregão, no entanto, contribuiu fortemente para a redução das perdas do principal índice à vista.

O Ibovespa terminou o dia com ligeiro recuo de 0,23%, aos 61.946,99 pontos. Na mínima, registrou 61.305 pontos (-1,27%) e, na máxima, os 62.247 pontos (+0,25%). Na semana, o índice acumulou ganho de 2,80%. No mês, acumula perda de 8,27% e, no ano, de 9,68%.

As ações da Petrobras trabalharam na contramão do petróleo - o contrato para julho perdeu 0,78% na Nymex, a US$ 73,97 - e subiram, com os ganhos sendo ampliados da metade para o final do pregão. Petrobras ON fechou em alta de 1,15% e PN, de 1,40%, enquanto Vale ON caiu 0,91% e PNA, 0,36%.

O sinal do Exterior ontem foi negativo, por causa da decisão da Fitch de reduzir os ratings de probabilidade de inadimplência da Espanha em moeda local e estrangeira para AA+, de AAA. Isso pegou os mercados europeus fechados, mas eles terminaram majoritariamente em queda por causa dos dados de gastos pessoais nos EUA. O indicador ficou estável em abril, depois da alta de 0,6% registrada em março. A renda pessoal subiu 0,4% em abril. Economistas esperavam aumento de 0,1% nos gastos e de 0,4% na renda.

O Dow Jones recuou 1,19%, aos 10.136,63 pontos, o S&P perdeu 1,24%, aos 1.089,41 pontos, e o Nasdaq terminou em baixa de 0,91%, aos 2.257,04 pontos.

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RENDA FIXA

Renda bruta: 9,77%

Ganho líquido/30 dias: 0,59%

Pela taxa média de 9,77% ao ano paga a grandes investidores, uma aplicação em CDB prefixado com prazo de 30 dias corridos e 21 dias úteis foi fechada ontem com rendimento bruto de 0,74% e líquido de 0,59%. A média de retorno para uma aplicação de pequena quantia de recursos, de acordo com o critério de cada instituição, era de 7,81% ao ano, com rentabilidade bruta de 0,59% e líquida de 0,47%.

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BOLSA DE SP

Bovespa: baixa de 0,23%

Volume: R$ 6,84 bilhões

A Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) fechou a sexta-feira com uma ligeira queda de 0,23%, aos 61.946,99 pontos e com um volume financeiro de R$ 6,84 bilhões negociados.

Em Nova York, nos Estados Unidos, o índice Dow Jones recuou 1,19% e o índice Nasdaq sofreu uma desvalorização de 0,91%.

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OURO

Ouro/grama: R$ 72,00

Variação: estável

Na Bolsa de Mercadorias & Futuros (BM&F), o grama do ouro terminou o dia de ontem negociado a R$ 72,00, estável em comparação com o fechamento de anteontem.

Na Comex, divisão de metais da Bolsa Mercantil de Nova York, a onça-troy do metal era cotada a US$ 1,214,38, apresentando alta de 0,31% às 17h37 de ontem.

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DÓLAR

Comercial: R$ 1,809

Variação: queda de 0,93%

O dólar comercial encerrou a sexta-feira com uma baixa de 0,93%, valendo R$ 1,807 na compra e R$ 1,809 na venda. O dólar paralelo sofreu uma queda de 0,99%, negociado a R$ 1,880 para a compra e a R$ 2,010 para a venda. O dólar turismo avançou 0,72%, terminando o dia cotado a R$ 1,743 na compra e a R$ 1,947na venda.

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Tendências no mercado

Contratos de dólar futuro com vencimento em junho fecharam a R$ 1,818,5 na Bolsa de Mercadorias & Futuros (BM&F), em alta de 0,19% às 17h41. O Índice Bovespa Futuro para junho fechou em queda de 0,47% aos 62.000, e contratos de juros futuros (DI) com vencimento em janeiro de 2011 e janeiro de 2012 a 10,98% e 12,03%, respectivamente.