07 de julho de 2026
Entrelinhas

Entrelinha

Da Redação
| Tempo de leitura: 2 min

• Sem papas na língua

O mais recente pré-candidato a deputado federal por Bauru, o médico oftalmologista Raul Gonçalves de Paula (PV), inicia sua trajetória eleitoral de forma contundente e polêmica. Em entrevista ao JC, na edição de ontem, ele cutucou Estela Almagro, vice-prefeita e pré-candidata a deputada estadual pelo PT.

• Estela e a “pinguela”

“Estamos sem representatividade, apesar de termos a Estela, que seria a ponte com o governo federal. E essa ponte, para mim, tem sido na verdade uma pinguela, porque não temos esse feedback. Não sei como está o prestígio dela em Brasília. Mas era para termos muito mais, passados 18 meses de administração do PT”, disse Raul, que agora está sujeito ao troco...

• Sexta pré-eleitoral

Esta sexta-feira é um meio-feriado e por isso o dia deve ser de reflexão e relaxamento na classe política não candidata. Mas entre os que almejam um cargo na Assembleia Legislativa ou na Câmara Federal, as agendas reservam viagens à região, churrascos em bairros, bate-papo, reuniões com apoiadores e, acima de tudo, planejamento de gastos e estratégias.

• Skaf licenciado

A Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) está sob nova presidência. Benjamin Steinbruch e Rafael Cervone assumem, respectivamente, as presidências da Fiesp e do Ciesp. Eles substituem a Paulo Skaf, licenciado para disputar o governo do Estado pelo PSB. Steinbruch é presidente da Companhia Siderúrgica Nacional (CSN) e da Vicunha.

• Público e privado

Se o poder público tivesse a mesma agilidade dos setores privados as soluções surgiriam muito mais rapidamente. Claro que na iniciativa privada o proprietário tem mais condições de decidir e agir. Mas bem que o agente público poderia empreender mais empenho nas principais demandas de uma localidade. Depois de muita discussão, multas da Cetesb, advertências etc, surgiu uma possível solução para o aterro sanitário de Bauru.

• Um mini-aterro

A opção, que aparece mais de dois anos depois da discussão sobre a liberação da quarta camada pendente junto à Cetesb, é uma saída para que Bauru não fique sem ter onde depositar suas centenas de toneladas diárias de lixo doméstico e foi sugerida pelo próprio órgão fiscalizador. Trata-se da utilização de um terreno ao lado para a construção de um mini-aterro. A criação de novas camadas para o aterro foi descartada pelos técnicos.

• Terreno movediço

Extraoficialmente, há temores de que qualquer dia destes ocorra uma tragédia no atual aterro em razão da produção excessiva de chorume e outros líquidos podres, que podem minar o terreno, tornando-o movediço. No local trabalham máquinas pesadas para fazer a acomodação e compactação do lixo. Portanto, é um assunto muito sério e que tem de ter uma solução efetiva e rápida.

• Sustenthabilidade

Por falar em ambiente, a cidade e os cidadãos, o JC, em conjunto com a recém-criada ONG Desafio da Sustenthabilidade, veicula amanhã, Dia Internacional do Meio Ambiente, um caderno sobre sustenta-bilidade. Inicialmente, a publicação trará em 12 páginas o conceito do tripé socialmente justo, economicamente viável e ambientalmente responsável.