11 de julho de 2026
Regional

Polícia Militar Ambiental lança campanha contra soltar balões

Da Redação
| Tempo de leitura: 2 min

No mês de junho ocorrem as tão esperadas festas juninas e quermesses repletas de danças de quadrilha e vinho quente e, é nesta época do ano, que a prática de soltar balões aumenta. Por isso, a Polícia Militar Ambiental do Estado de São Paulo lançará amanhã, a sua já conhecida campanha: “Soltar balões não é legal! É crime ambiental”.

A prática de soltar balões, apesar de parecer uma brincadeira tão inocente, já fez muitas vítimas, destruiu casas, queimou florestas e matou muitos animais. Por isso é considerada uma prática proibida por lei, em razão do grande risco de incêndio.

A Polícia Ambiental informa que soltar balão é crime (Lei Federal 9.605 de 1998). O maior problema dos balões está na combinação dos materiais utilizados em sua construção. Eles, por si só, são extremamente combustíveis e isso se agrava com os adornos colocados, tais quais “cangalhas” carregadas de fogos de artifício. É um verdadeiro arsenal que é lançado ao ar expondo todas as pessoas a risco, já que nunca se sabe onde e em que situações o balão vai cair.

A Polícia Ambiental informa que todo esse quadro se agrava nos meses de junho e julho porque há estiagem de chuvas, com ar mais seco o que facilita a propagação de incêndios principalmente os incêndios florestais que destroem a fauna e a flora. Podem também causar incêndios nas áreas urbanas, em casas, polos petroquímicos, refinarias de petróleo, postos e depósitos de combustíveis, além do risco de acidentes ao tráfego aéreo.

A lei federal 9.605 de 1998, chamada de Lei de Crimes Ambientais, proíbe a fabricação, a venda, o transporte e a soltura de balões que possam provocar incêndios nas florestas e demais formas de vegetação. A pena para este crime é a detenção de um a três anos e multa.