11 de julho de 2026
Economia & Negócios

Notícia da China puxa Vale e Ibovespa sobe 0,61%; dólar é vendido a R$ 1,774


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A notícia de que a China decidiu flexibilizar o yuan proporcionou um início de semana positivo à Bovespa, que avançou puxada principalmente pelas ações de Vale e siderúrgicas. O entusiasmo, no entanto, foi bem maior pela manhã, quando o principal índice à vista ultrapassou 1,6% de alta. À tarde, com a inversão para baixo das bolsas norte-americanas, os ganhos da Bovespa caíram consideravelmente.

A Bovespa terminou o dia com ganho de 0,61%, aos 64.829,03 pontos. Na mínima, registrou 64.442 pontos (+0,01%) e, na máxima, os 65.517 pontos (+1,67%). No mês, acumula alta de 2,83% e, no ano, queda de 5,48%.

O Banco do Povo da China anunciou sábado que ia flexibilizar sua moeda, que permanecia fixa em relação ao dólar há 23 meses. A percepção é de que isso aumentará o poder de compra da moeda chinesa e, por tabela, aumentará o volume de compra de produtos, sobretudo commodities. Daí a alta dos metais e do petróleo ontem, puxando os papéis das empresas relacionadas.

No Brasil, o efeito China pode ser percebido principalmente nas ações da Vale - também beneficiada pelo exercício de opções sobre ações -, mas as siderúrgicas também foram puxadas para cima. Vale ON avançou 3,13% e PNA, 2,90%. Gerdau PN terminou em +1,15%, Metalúrgica Gerdau PN, em +0,12%, Usiminas PNA, +0,94%, e CSN ON, +1,27%.

Petrobras acabou encerrando na contramão do petróleo. Na Nymex, o contrato para julho subiu 0,83%, a US$ 77,82. Aqui, Petrobras ON caiu 0,23% e PN, 0,31%. Ontem, a Petrobras divulgou seu plano de investimentos, no qual prevê, entre 2010 e 2014, US$ 224 bilhões, sendo US$ 212,3 bilhões no Brasil e US$ 11,7 bilhões, no Exterior.

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RENDA FIXA

Renda bruta: 10,20%

Ganho líquido/30 dias: 0,68%

Pela taxa média de 10,20% ao ano paga a grandes investidores, uma aplicação em CDB prefixado com prazo de 30 dias corridos e 21 dias úteis foi fechada ontem com rendimento bruto de 0,85% e líquido de 0,68%. A média de retorno para uma aplicação de pequena quantia de recursos, de acordo com o critério de cada instituição, era de 8,16% ao ano, com rentabilidade bruta de 0,68% e líquida de 0,54%.

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BOLSA DE SP

Bovespa: alta de 0,61%

Volume: R$ 9,34 bilhões

A Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) fechou o dia de ontem com uma alta de 0,61%, aos 64.829,03 pontos e com um giro financeiro de R$ 9,34 bilhões negociados.

Em Nova York, nos Estados Unidos, o índice Dow Jones recuou 0,08% e o índice Nasdaq encerrou o dia com uma desvalorização de 0,90%.

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OURO

Ouro/grama: R$ 72,30

Variação: alta de 0,42%

Na Bolsa de Mercadorias & Futuros (BM&F), o grama do ouro terminou a segunda-feira negociado a R$ 72,30, uma valorização de 0,42% em comparação com o fechamento da última sexta-feira.

Na Comex, divisão de metais da Bolsa Mercantil de NY, a onça-troy do metal era cotada a US$ 1,232,55, apresentando queda de 1,97% às 17h39 de ontem.

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DÓLAR

Comercial: R$ 1,774

Variação: alta de 0,11%

O dólar comercial encerrou o dia de ontem com uma valorização de 0,11%, valendo R$ 1,772 na compra e a R$ 1,774 na venda. O dólar paralelo recuou 0,50%, negociado no final do dia a R$ 1,840 para a compra e a R$ 1,980 para a venda. O dólar turismo avançou 1,08%, cotado a R$ 1,760 na compra e a R$ 1,880 na venda.

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Tendências no mercado

Contratos de dólar futuro com vencimento em julho fecharam a R$ 1,773,00 na Bolsa de Mercadorias & Futuros (BM&F), em baixa de 0,20% às 17h42. O Índice Bovespa Futuro fechou em alta de 1,10% aos 65.890, e contratos de juros futuros (DI) com vencimento em janeiro de 2011 e janeiro de 2012 a 11,29% e 12,15%, respectivamente.