A volatilidade exibida pelas ações durante o pregão também se confirmou ao longo da semana: a Bovespa fechou no azul na segunda-feira e foi alternando com baixas nas sessões seguintes. Ontem, avançou acompanhando Wall Street, mas exibiu desempenho bem melhor graças à recuperação técnica das ações da Petrobras e também à alta de Vale. O giro financeiro, no entanto, foi bem fraco e distorceu o comportamento do dia.
A Bovespa fechou em alta de 1,39%, aos 64.823,83 pontos. Na mínima, registrou 63.806 pontos (-0,20%) e, na máxima, 64.869 pontos (+1,46%). Na semana, a bolsa teve variação positiva de 0,60%. No mês, a Bolsa acumula elevação de 2,82% e, no ano, queda de 5,49%.
Por causa do jogo do Brasil contra Portugal pela Copa do Mundo da África do Sul, o dia foi parado nos negócios e o giro financeiro minguou. Somou meros R$ 3,32 bilhões, o menor volume desde os R$ 2,92 bilhões de 29 de dezembro.
Antes do jogo, que teve início às 11h, a Bovespa já tinha pisado no terreno negativo, mas rapidamente retomou a trajetória de alta, exibindo mais força do que as bolsas norte-americanas. Os índices, lá, foram impactados pelo dado final do PIB do primeiro trimestre, que subiu 2,7%, abaixo da previsão anterior, de +3% e também das estimativas dos especialistas, igualmente em +3%. Bastante visados por representarem cerca de 70% do PIB, os gastos com consumo também desapontaram ao mostrarem alta de 3%, ante +3,5% da prévia anterior.
Mas as bolsas conseguiram se recuperar: o Dow Jones terminou praticamente estável, com ligeira queda de 0,09%, aos 10.143,81 pontos; o S&P avançou 0,29%, aos 1.076,76 pontos, e o Nasdaq terminou com ganho de 0,27%, aos 2.223,48 pontos. A alta, no entanto, foi tímida em razão da expectativa com relação ao encontro do G-20, neste final de semana, em Toronto (Canadá).
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RENDA FIXA
Renda bruta: 10,28%
Ganho líquido/30 dias: 0,65%
Pela taxa média de 10,28% ao ano paga a grandes investidores, uma aplicação em CDB prefixado com prazo de 30 dias corridos e 21 dias úteis foi fechada ontem com rendimento bruto de 0,81% e líquido de 0,65%. A média de retorno para uma aplicação de pequena quantia de recursos, de acordo com o critério de cada instituição, era de 8,19% ao ano, com rentabilidade bruta de 0,66% e líquida de 0,52%.
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BOLSA DE SP
Bovespa: alta de 1,39%
Volume: R$ 3,32 bilhões
A Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) fechou em alta de 1,39%, aos 64.823,83 pontos e com R$ 3,32 bilhões negociados.
Em Nova York, nos Estados Unidos, o índice Dow Jones sofreu uma ligeira baixa de 0,09% e o índice Nasdaq apresentou uma valorização de 0,27%.
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OURO
Ouro/grama: R$ 73,70
Variação: alta de 0,82%
Na Bolsa de Mercadorias & Futuros (BM&F), o grama do ouro encerrou o dia de ontem negociado a R$ 73,70, com uma valorização de 0,82% em comparação com o fechamento de anteontem.
Na Comex, divisão de metais da Bolsa Mercantil de Nova York, a onça-troy do metal era cotada a US$ 1,255,95, apresentando alta de 0,92% às 17h44 de ontem.
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DÓLAR
Comercial: R$ 1,779
Variação: queda de 0,56%
O dólar comercial terminou a sexta-feira com uma queda de 0,56%, valendo R$ 1,777 na compra e R$ 1,779 na venda. Não houve indicativos de negócios de dólar paralelo, então permanece a mesma cotação de anteontem. Já o dólar turismo recuou 0,37%, cotado a R$ 1,727 na compra e a R$ 1,893 na venda.
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Tendências no mercado
Contratos de dólar futuro com vencimento em julho fecharam a R$ 1,782,00 na Bolsa de Mercadorias & Futuros (BM&F), em baixa de 0,25% às 17h41. O Índice Bovespa Futuro subiu 1,53% aos 65.840, e contratos de juros futuros (DI) com vencimento em janeiro de 2011 e janeiro de 2012 a 11,30% e 12,07%, respectivamente.