08 de julho de 2026
Tribuna do Leitor

MERENDA ESCOLAR


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Sobre a carta da servidora municipal e conselheira do Conselho da Segurança Alimentar, Sônia Medeiros (Tribuna do Leitor, 24/06/2010), gostaria de deixar aqui minha contribuição a respeito do assunto.

Primeiro, é preciso ter claro que o problema levantado pela conselheira não é de solução tão fácil como possa parecer. Segundo, que as famílias ao efetuarem a matrícula da criança ou adolescente na rede pública, devem informar a escola desses cuidados alimentares. Ocorre que nem todos informam, e quando isto é constatado, realmente transforma-se em um problema, pois é um número muito pequeno de casos e nem sempre o poder público e a escola têm estrutura para a solução imediata como se espera; mas se têm buscado incessantemente.

Creio que este é um tema que merece um bom estudo e debate. Creio também que não podemos ser tão ingênuos a ponto de julgarmos que nada está sendo feito ou pensado.

Tenho sempre pautada minha luta pelo caminho do diálogo, não da metralhadora, e, nesse momento, há menos de 15 dias do início da Campanha Eleitoral no Estado e no País, nossas posições políticas devem ser firmes, críticas, porém, responsáveis, acima de tudo.

Sugiro aqui que pensemos na realização, em Bauru, de um Congresso Municipal da Merenda Escolar, onde possamos convidar pessoas, entidades e órgãos públicos que tenham vivenciado essa experiência e todos os interessados da cidade para, em três ou quatro dias, estudarmos e debatermos juntos na busca de soluções possíveis para, com governabilidade, melhorar a qualidade de vida dos alunos e porque não, de todos os bauruenses.

Duílio Duka de Souza - presidente do Conselho de Alimentação Escolar - CAE-Bauru