10 de julho de 2026
Economia & Negócios

Bancos e Vale sustentam alta de 0,49% do Ibovespa; dólar recua e é cotado a R$ 1,795


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Uma procura mais forte por ações de bancos e um equilíbrio entre oferta e demanda de ações da Vale ajudaram ontem o Ibovespa a fechar em alta, na contramão dos mercados acionários globais. Enquanto no mundo as bolsas sucumbiram à série de indicadores econômicos negativos na China, Europa e Estados Unidos, que mostraram atividade industrial mais fraca no mundo e elevaram os temores dos investidores sobre a recuperação econômica global, a Bovespa se apoiou em papéis do Banco do Brasil, Itaúsa, Itaú Unibanco e Bradesco, que estiveram entre os de maior valorização na sessão. “O sucesso da oferta de ações do Banco do Brasil sinalizou que há apetite por ações de bancos”, aponta Dany Rappaport, sócio da Investport Gestão de Recursos. Ele ressalta ainda que o desempenho das ações da Vale, que oscilaram em torno da estabilidade ao longo da sessão e fechou positiva, também contribuiu para manter a bolsa brasileira no azul, à frente das americanas. “Vale ficou atraente depois da forte queda de ontem”, comentou.

Nesta primeira sessão de julho, o Ibovespa fechou em alta de 0,495%, a 61.236,20 pontos. Ao longo da sessão, atingiu a mínima de 60.055,71 pontos, em queda de 1,44%, e a máxima de 61.381,03 pontos, em alta de 0,73%. No ano, a perda acumulada é de 10,72%.

O papel do Banco do Brasil liderou o ranking das ações mais valorizadas na Bovespa ontem . A ação BB ON subiu 6,13%, a R$ 26,16, com giro financeiro de R$ 815,122 milhões, o segundo maior do pregão. Na sequência, vieram as ações Itaúsa PN, com alta de 4,67%; Itaú Unibanco PN, com valorização de 4,65%; e Bradesco PN, em alta de 4,48%.

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RENDA FIXA

Renda bruta: 10,36%

Ganho líquido/30 dias: 0,69%

Pela taxa média de 10,36% ao ano paga a grandes investidores, uma aplicação em CDB prefixado com prazo de 30 dias corridos e 21 dias úteis foi fechada ontem com rendimento bruto de 0,86% e líquido de 0,69%. A média de retorno para uma aplicação de pequena quantia de recursos, de acordo com o critério de cada instituição, era de 8,29% ao ano, com rentabilidade bruta de 0,69% e líquida de 0,55%.

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BOLSA DE SP

Bovespa: alta de 1,49%

Volume: R$ 7,25 bilhões

A Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) encerrou o dia de ontem com uma valorização de 0,49%, aos 61.236,20 pontos e com um volume financeiro de R$ 7,25 bilhões negociados.

Em Nova York, nos Estados Unidos, o índice Dow Jones recuou 0,42% e o índice Nasdaq sofreu uma queda de 0,37%.

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OURO

Ouro/grama: R$ 72,50

Variação: queda de 2,16%

Na Bolsa de Mercadorias & Futuros (BM&F), o grama do ouro terminou a quinta-feira negociado a R$ 72,50, com uma baixa de 2,16% em comparação com o fechamento de anteontem.

Na Comex, divisão de metais da Bolsa Mercantil de NY, a onça-troy do metal era cotada a US$ 1,199,43, apresentando baixa de 3,29% às 17h52 de ontem.

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DÓLAR

Comercial: R$ 1,795

Variação: baixa de 0,50%

O dólar comercial fechou o dia de ontem com uma desvalorização de 0,50%, valendo R$ 1,794 na compra e R$ 1,795 na venda. O dólar paralelo avançou 0,51%, cotado a R$ 1,880 para a compra e a R$ 1,980 para a venda. O dólar turismo teve uma valorização de 1,42%, negociado a R$ 1,760 na compra e a R$ 1,927 na venda.

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Tendências no mercado

Contratos de dólar futuro com vencimento em julho fecharam a R$ 1,801,00 na Bolsa de Mercadorias & Futuros (BM&F), apresentando alta de 0,61% às 17h44. O Índice Bovespa Futuro caiu 1,96% aos 61.430, e contratos de juros futuros (DI) com vencimento em janeiro de 2011 e janeiro de 2012 a 11,35% e 12,08%, respectivamente.