Compreendemos o planeta terra como uma esfera não perfeita, ligeiramente achatada nos pólos, gravitando em torno de uma estrela, o Sol, num equilíbrio tão perfeito que foge a qualquer explicação científica ao alcance da mente humana, até hoje. Ao se pensar numa criação Divina para essa constatação, fica tudo explicado.
A nós, leigos, com pouco conhecimento de geologia, nos induz a imaginar que essa esfera terrestre tão bem equilibrado no espaço sideral, e que é constituída de um núcleo com uma grande fusão de material rochoso em ebulição, chamado magma, contido por uma crosta terrestre de material sólido, que são as placas tectônicas e que tampam o caldeirão fervente. O movimento dessas placas é que causam os terremotos, maremotos e o aparecimento dos vulcões com o magma subindo à superfície e depois esfriado na forma de lavas pétreas.
Com essas simples considerações, vamos pensar no homem moderno, com os seus eficientes equipamentos, cavucando o solo em busca de riquezas e outras proezas. Já se sabe que algumas nações ricas furaram centenas de quilômetros a superfície da terra para fazer explodir um artefato nuclear de grande poder destrutivo, para medir as ondas de energias provocadas. Outras tantas empresas petrolíferas estão furando a crosta terrestre por baixo de lâminas oceânicas em várias partes do mundo em busca de petróleo. O recente desastre ecológico de escapamento de óleo, nas águas do Golfo do México, nas costas dos EUA, ainda sem controle, preocupando o futuro do planeta e da humanidade, é um flagrante exemplo do perigo de se apunhalar o nosso planeta sem nenhum controle.
Por que não se cria uma agência internacional para controlar essas perfurações, como se faz atualmente com a Energia Nuclear? Na criação Divina não se mexe!
José Batista Pinheiro