10 de julho de 2026
Economia & Negócios

Bovespa sobe 1,96% e Nova York tem altas acima de 3%; dólar sofre queda e é cotado a R$ 1,766


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Depois de um início fraco, o Ibovespa influenciou-se rapidamente pelo bom humor das bolsas em Nova York e tomou fôlego para ultrapassar os 63 mil pontos e fechar na maior pontuação desde 28 de junho, quando encerrou aos 64.225,22 pontos. O bom desempenho das bolsas ontem resultou não só da melhora de humor dos investidores em relação à situação da economia global, mas também da ausência de notícias e dados econômicos negativos; das estimativas de divulgação de bons números nos balanços de empresas americanas na próxima semana; e das expectativas otimistas com os resultados dos testes de estresse de bancos europeus que serão divulgados dia 23.

Perto do fechamento, os pregões aceleraram a alta, após a União Europeia (UE) divulgar detalhes sobre os testes de estresse dos bancos da região e a Associação dos Banqueiros Americanos (ABA) divulgar relatório que mostra que houve uma queda no número de consumidores inadimplentes nos EUA durante o primeiro trimestre de 2010 em relação ao quarto trimestre do ano passado.

Aqui, o Ibovespa teve, ainda, ao longo do dia, o reforço da volta de estrangeiros ao pregão e do anúncio da estabilidade da inflação medida pelo IPCA em junho - não que o dado aponte para uma parada no cronograma de alta da taxa Selic, afirma Fausto Gouveia, economista da Legan Asset. “Mas expectativas de crescimento elevado do PIB com inflação estável é um cenário perfeito para a bolsa”, diz.

Num quadro em que as preocupações com o ritmo lento de recuperação da economia mundial foram minimizadas, o apetite ao risco voltou e as bolsas subiram na Europa, nos EUA e aqui. Na Europa, ações de bancos ampararam os ganhos. Aqui, o Ibovespa, pelo segundo dia consecutivo, também foi beneficiado com valorizações de ações do setor financeiro acima do índice.

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RENDA FIXA

Renda bruta: 10,41%

Ganho líquido/30 dias: 0,69%

Pela taxa média de 10,41% ao ano paga a grandes investidores, uma aplicação em CDB prefixado com prazo de 30 dias corridos e 21 dias úteis foi fechada ontem com rendimento bruto de 0,86% e líquido de 0,69%. A média de retorno para uma aplicação de pequena quantia de recursos, de acordo com o critério de cada instituição, era de 8,33% ao ano, com rentabilidade bruta de 0,70% e líquida de 0,56%.

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BOLSA DE SP

Bovespa: alta de 1,96%

Volume: R$ 5,84 bilhões

A Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) encerrou a quarta-feira com uma valorização de 1,96%, aos 63.283,80 pontos e com um volume financeiro de R$ 5,84 bilhões negociados.

Em Nova York, nos Estados Unidos, o índice Dow Jones subiu 2,82% e o índice Nasdaq apresentou uma alta de 3,13%.

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OURO

Ouro/grama: R$ 72,50

Variação: alta de 0,69%

Na Bolsa de Mercadorias & Futuros (BM&F), o grama do ouro fechou o dia de ontem negociado a R$ 72,50, com uma valorização de 0,69% em comparação com o fechamento de anteontem.

Na Comex, divisão de metais da Bolsa Mercantil de Nova York, a onça-troy do metal era cotada a US$ 1,202,03, apresentando alta de 0,66% às 17h49 de ontem.

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DÓLAR

Comercial: R$ 1,766

Variação: queda de 0,90%

O dólar comercial encerrou o dia de ontem com uma desvalorização de 0,90%, valendo R$ 1,765 na compra e R$ 1,766 na venda. O dólar paralelo recuou 0,51%, negociado a R$ 1,840 para a compra e a R$ 1,970 para a venda. Já o dólar turismo terminou o dia estável, cotado a R$ 1,803 na compra e a R$ 1,890 na venda.

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Tendências no mercado

Contratos de dólar futuro com vencimento em agosto fecharam a R$ 1,774,50 na Bolsa de Mercadorias & Futuros (BM&F), apresentando queda de 0,76% às 17h46. O Índice Bovespa Futuro subiu 1,99% aos 63.945, e contratos de juros futuros (DI) com vencimento em janeiro de 2011 e janeiro de 2012 a 11,29% e 11,87%, respectivamente.