11 de julho de 2026
Economia & Negócios

Bovespa cai 0,81%, pressionada por Vale e Petrobras; dólar avança para R$ 1,765


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As bolsas de valores trabalharam ontem em compasso de espera pela divulgação nos EUA dos resultados do segundo trimestre da Alcoa, que seria feito após o fechamento dos negócios. Há instantes, a Alcoa anunciou lucro líquido de US$ 136 milhões no 2.º trimestre. A ansiedade dos investidores ao longo da sessão se justificou porque a Alcoa abriria o calendário de divulgação dos balanços de grandes empresas americanas, que se estende ao longo desta e da próxima semana. Otimistas com os resultados a serem anunciados, os investidores compraram papéis dessas empresas na semana passada e levaram as bolsas de Nova York a altas acumuladas acima de 5%. Ontem, com o início desses anúncios de fato, eles optaram pela cautela e se posicionaram na defensiva.

O comportamento influenciou os negócios na Europa, onde as bolsas tiveram desempenhos mistos; em Nova York, onde os índices acionários oscilaram entre leves altas e quedas; e afetou também a bolsa brasileira, onde o Ibovespa sofreu, adicionalmente, com a desvalorização mais acentuada das ações da Vale e da Petrobras em meio à queda das commodities no Exterior.

O Ibovespa fechou em baixa de 0,81%, aos 62.960,10 pontos. Na sessão, oscilou até a mínima de 62.749,61 pontos, em recuo de 1,14%, e a máxima de 63.972,36 pontos, em alta de 0,78%. No mês, acumula ganho de 3,32%; mas, no ano, tem queda de 8,21%.

As ações da Vale registraram quedas superiores à do Ibovespa. Vale PNA cedeu 1,74%, cotada a R$ 38,33, mas chegou a recuar até 2,38% na sessão. Vale ON desvalorizou-se 1,48%, cotada a R$ 44,08, com perda máxima de 2,23% ao longo do dia. Os papéis da empresa sofreram com a desaceleração das importações chinesas, sobretudo de metais básicos. O dado afetou preços de commodities e ações de empresas do segmento.

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RENDA FIXA

Renda bruta: 10,56%

Ganho líquido/30 dias: 0,70%

Pela taxa média de 10,56% ao ano paga a grandes investidores, uma aplicação em CDB prefixado com prazo de 30 dias corridos e 21 dias úteis foi fechada ontem com rendimento bruto de 0,88% e líquido de 0,70%. A média de retorno para uma aplicação de pequena quantia de recursos, de acordo com o critério de cada instituição, era de 8,40% ao ano, com rentabilidade bruta de 0,70% e líquida de 0,56%.

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BOLSA DE SP

Bovespa: baixa de 0,81%

Volume: R$ 4,27 bilhões

A Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) fechou a segunda-feira com uma baixa de 0,81%, aos 62.960,10 pontos e com um volume financeiro de R$ 4,27 bilhões negociados.

Em Nova York, nos Estados Unidos, o índice Dow Jones subiu 0,18% e o índice Nasdaq teve uma valorização de 0,09%.

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OURO

Ouro/grama: R$ 71,50

Variação: queda de 0,69%

Na Bolsa de Mercadorias & Futuros (BM&F), o grama do ouro terminou o dia de ontem negociado a R$ 71,50, com uma desvalorização de 0,69% em comparação com o fechamento de anteontem.

Na Comex, divisão de metais da Bolsa Mercantil de Nova York, a onça-troy do metal era cotada a US$ 1,200,60, apresentando alta de 0,16% às 17h44 de ontem.

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DÓLAR

Comercial: R$ 1,765

Variação: alta de 0,28%

O dólar comercial encerrou a segunda-feira com uma valorização de 0,28%, valendo R$ 1,763 na compra e R$ 1,765 na venda. O dólar paralelo avançou 0,51%, cotado a R$ 1,860 para a compra e a R$ 1,970 para a venda. Já o dólar turismo apresentou uma desvalorização queda de 1,94%, negociado a R$ 1,700 na compra e a R$ 1,870 na venda.

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Tendências no mercado

Contratos de dólar futuro com vencimento em agosto fecharam a R$ 1,769,50 na Bolsa de Mercadorias & Futuros (BM&F), apresentando alta de 0,14% às 17h41. O Índice Bovespa Futuro caiu 0,83% aos 63.565, e contratos de juros futuros (DI) com vencimento em janeiro de 2011 e janeiro de 2012 a 11,33% e 11,83%, respectivamente.