07 de julho de 2026
Entrelinhas

Entrelinha

Da Redação
| Tempo de leitura: 3 min

• ‘Voto Frankenstein’

Já tem eleitor montando sua chapa completa para a eleição 2010 com candidatos de diferentes cores e tendências. Há escolha de nome para a Presidência da República de uma legenda, de senador de outra linha, de deputado de outro segmento e assim por diante. E nem sempre é exatamente por defesa à “pluralidade” de ideias, mas reflexo de uma salada mista que é uma eleição no País.

• Discuta com eles!!!

Para ajudar no exercício de cidadania e da participação popular no pleito, o JC está desde ontem, em sua página na Internet (www.jcnet.com.br), com a proposta interativa “Pergunte ao candidato”, onde os leitores/internautas poderão questionar, lançar críticas e debater com o candidato de sua preferência à Câmara dos Deputados e Assembleia Legislativa. Leia na página 5 a respeito do assunto.

• Mudança na Emdurb

O presidente da Emdurb, Nico Mondelli Júnior, disse em uma reunião recente que vai realizar modificações no quadro de comando da empresa. Ele percebeu, desde que assumiu, em janeiro, que será difícil emplacar sua forma de gerenciar com alguns diretores e assessores ligados a outros integrantes do governo.

• Em busca de apoios

O curioso é que Nico Mondelli foi até uma instituição de porte para falar sobre o assunto, como se os integrantes do órgão tivessem poderes para decidir quem deve ficar ou ser trocado nos cargos da empresa municipal. Ele demorou muito tempo para sair da armadilha do episódio da falsa contaminação do aterro por chumbo, que lhe deu muito trabalho. Agora parece ter resolvido agir.

• Plano da Educação

Ao contrário do que se imaginava, a princípio o PCCS da Educação vai exigir mais alterações no projeto de lei original do que se pensava. Existem muitos nós a serem desatados, sem contar as esperadas demandas de profissionais que querem ganhar em padrão diferente da escala natural de enquadramento. Outros problemas são os “contratos duplos” com professores, herdados de outros governos.

• Ainda não mandou

A prefeitura que se prepare. Além de estar reduzindo a auditoria nos contratos da Cohab a pouco mais de 200 documentos assinados entre a companhia e a CEF, ao invés da varredura sobre os milhares de contratos com os mutuários, o projeto de lei para buscar autorização para quitar R$ 19 milhões de resíduo habitacional referente a núcleo construído em Botucatu ainda não chegou ao Legislativo.

• Demora injustificável

O texto é igualzinho ao da lei atual, basta trocar as partes e o valor. Qual a dificuldade no envio da proposta? O contrato vencido em 2009 tem o prazo final de execução pela CEF a vencer em alguns dias, no início de agosto. O Legislativo já advertiu várias vezes que não vai aceitar a proposta em cima da hora.

• Números melhores

A direção da Cohab pelo menos tem resultados a apresentar. A carteira dos contratos do Mary Dota, com 2.742 moradias, tem prestações em dia de 63%. Somente 409 contratos estão com mais de três prestações em atraso. Em 2009, a inadimplência superou a metade dos contratos para o núcleo. Do total de 18.033 contratos ativos, 11.883 estão com pagamentos em dia, ou 61%, segundo a companhia.