09 de julho de 2026
Tribuna do Leitor

DR. SYNÉSIO CALDAS DUARTE


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Meu filho Roberto Américo, com um ano de vida, havia contraído (1972) doença que teimava em resistir aos medicamentos prescritos. Num domingo pela manhã, o pediatra veio até minha residência, com um livro de medicina numa das mãos. Explicou-me, através do livro, sobre a doença. Caso ela persistisse, meu filho seria levado a hospital, em SP.

Todavia, ele foi curado pelo pediatra na semana seguinte. Em 1980, fui trabalhar no Centro de Saúde de Vila Cardia como encarregado administrativo.O chefe daquele Centro de Saúde era o pediatra que curara com denodo o meu filho. Trabalhei naquela repartição durante quatro anos. Só saí de lá em 23/7/84 para assumir o cargo de professor III, na Secretaria de Estado da Educação. Tive assim  a grande oportunidade de conviver com uma grande figura humana.

Tinha serenidade e sapiência para administrar conflitos de interesses. Sabia lidar com todos os funcionários. Ele me apoiou em todas minhas atividades administrativas no Centro de Saúde. Ele era também muito prestativo. Estava eu um dia trabalhando no C.S. quando minha esposa, lecionando numa faculdade local, teve fortes dores causadas por uma cistite.

Meu carro estava no conserto. Ele pegou seu carro e foi buscá-la, trazendo-a para casa.Dr. Synésio Caldas Duarte tem todo meu respeito e admiração, por todas suas atitudes ponderadas e altruístas. (Gilberto Sidney Vieira)