10 de julho de 2026
Economia & Negócios

Ibovespa tem 9ª alta com ações de consumo e construção; dólar recua e é cotado a R$ 1,761


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Com nova alta, a Bovespa fecha nove pregões consecutivos de valorização, perto dos 67 mil pontos e somando ganhos de 7,40% no período. Como ontem, a bolsa brasileira resistiu às quedas dos índices acionários em Nova York, onde os investidores mantiveram cautela na véspera da divulgação do PIB norte-americano do segundo trimestre e se desanimaram diante de balanços corporativos divergentes, apesar de dados sobre pedidos de auxílio desemprego terem vindo melhores que o esperado.

O Ibovespa subiu com ajuda de ações de empresas ligadas ao consumo, como Lojas Renner e Natura, e setor de construção, como Rossi, Cyrella, Gafisa. Vale PNA fechou com alta leve, mas durante o dia também deu fôlego ao índice. “Vale se beneficiou das expectativas positivas em relação ao balanço que a empresa divulga após o fechamento do mercado, enquanto ações ligadas a consumo e construção sobem com a redução das expectativas de alta da Selic após divulgação da ata da reunião do Copom da semana passada”, diz Fausto Gouveia, economista da Legan Asset Management. “Esses são setores que crescem com melhores condições no crédito”, disse Gouveia. O Ibovespa subiu 0,22%, aos 66.953,83 pontos, oscilando da mínima de 66.596,03 pontos (-0,32%) à máxima de 67.428,20 pontos (+0,93%). A um dia do fechamento do mês, acumula alta de 9,88% no período; no ano, a perda é de 2,38%.

Vale PNA subiu 0,05%, para R$ 42,52, enquanto Vale ON caiu 0,92%, para R$ 48,40. A mineradora anunciou que fará uma oferta pública voluntária de ações (OPA) para a aquisição de até 100% das ações ordinárias da Paranapanema. Isso influenciou as ações da Paranapanema, que não fazem parte do Ibovespa. Paranapanema ON subiu 7,41%, para R$ 6,23, perto do preço por ação ordinária a ser pago pela Vale, que é de R$ 6,30 e que corresponde a um prêmio de 22,4% sobre a média ponderada pelo volume dos preços de fechamento dos pregões dos últimos 90 dias.

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RENDA FIXA

Renda bruta: 10,56%

Ganho líquido/30 dias: 0,70%

Pela taxa média de 10,56% ao ano paga a grandes investidores, uma aplicação em CDB prefixado com prazo de 30 dias corridos e 21 dias úteis foi fechada ontem com rendimento bruto de 0,88% e líquido de 0,70%. A média de retorno para uma aplicação de pequena quantia de recursos, de acordo com o critério de cada instituição, era de 8,45% ao ano, com rentabilidade bruta de 0,71% e líquida de 0,56%.

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BOLSA DE SP

Bovespa: alta de 0,22%

Volume: R$ 5,55 bilhões

A Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) terminou o dia de onte com uma valorização de 0,22%, aos 66.953,83 pontos e com um giro financeiro de R$ 5,55 bilhões negociados.

Em Nova York, nos Estados Unidos, o índice Dow Jones recuou 0,29% e o índice Nasdaq sofreu uma queda de 0,57%.

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OURO

Ouro/grama: ---

Variação: sem cotação

Ontem, não houve negociação de ouro na Bolsa de Mercadorias & Futuros (BM&F).

Na Comex, divisão de metais da Bolsa Mercantil de Nova York, nos Estados Unidos, a onça-troy do metal era cotada a US$ 1,168,00, apresentando uma ligeira valorização de 0,19% às 18h06 de ontem

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DÓLAR

Comercial: R$ 1,761

Variação: queda de 0,51%

O dólar comercial terminou a quinta-feira com uma desvalorização de 0,51%, valendo R$ 1,759 na compra e R$ 1,761 na venda. O dólar paralelo fechou o dia de ontem com uma queda de 0,51%, cotado a R$ 1,830 na compra e a R$ 1,940 na venda. O dólar turismo subiu 0,53%, negociado a R$ 1,773 para a compra e a R$ 1,880 para a venda.

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Tendências no mercado

Contratos de dólar futuro com vencimento em agosto fecharam a R$ 1,759,00 na Bolsa de Mercadorias & Futuros (BM&F), apresentando queda de 0,68%. O Índice Bovespa Futuro subiu 0,40% aos 67.300, e contratos de juros futuros (DI) com vencimento em janeiro de 2011 e janeiro de 2012 a 10,80% e 11,51%, respectivamente.