11 de julho de 2026
Economia & Negócios

Bovespa tem 10ª alta seguida e avança 10,80% em julho; dólar vai a R$ 1,755


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A Bovespa fechou o mês de julho com alta de 10,80%, que é o maior ganho mensal desde maio de 2009, quando valorizou-se 12,4%. O bom desempenho no mês foi impulsionado por fortes altas das ações da Vale e dos setores bancário, de construção e de consumo no período. Com a valorização de 0,84% ontem, o Ibovespa atingiu a maior pontuação desde 3 de maio, aos 67.515,40 pontos, e completou dez sessões consecutivas em campo positivo, período em que ganhou 8,30%.

O Ibovespa subiu apesar das más influências de Nova York, onde as bolsas andaram fracas ao longo da sessão, deprimidas pela contração do PIB do segundo trimestre nos Estados Unidos para 2,4%, ante expansão revisada de 3,7% no trimestre anterior - enquanto o Dow Jones fechou em leve baixa, Nasdaq e S&P500 viraram para o campo positivo, perto da estabilidade, na última hora de negócios. A bolsa brasileira tomou fôlego, principalmente, com as ações de empresas de consumo, que estiveram entre as maiores altas do Ibovespa.

Ao longo da sessão, o Ibovespa caiu à mínima de 66.217,88 pontos, em queda de 1,10%, e atingiu a máxima de 67.608,09 pontos, em alta de 0,98%. Na semana, o avanço acumulado foi de 1,80% e no ano a perda foi reduzida para 1,56%. O giro financeiro somou R$ 6,46 bilhões.

No setor de consumo, o destaque do dia foi Lojas Renner ON, que liderou o ranking das maiores altas com valorização de 8,22%. Anteontem à noite, a empresa divulgou lucro líquido de R$ 90,958 milhões no segundo trimestre deste ano, com crescimento de 90,2% em relação ao mesmo período de 2009. No mês, o papel ON subiu 20,33%.

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RENDA FIXA

Renda bruta: 10,67%

Ganho líquido/30 dias: 0,67%

Pela taxa média de 10,67% ao ano paga a grandes investidores, uma aplicação em CDB prefixado com prazo de 30 dias corridos e 21 dias úteis foi fechada ontem com rendimento bruto de 0,84% e líquido de 0,67%. A média de retorno para uma aplicação de pequena quantia de recursos, de acordo com o critério de cada instituição, era de 8,54% ao ano, com rentabilidade bruta de 0,68% e líquida de 0,54%.

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BOLSA DE SP

Bovespa: alta de 0,84%

Volume: R$ 6,46 bilhões

A Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) encerrou a semana com uma alta de 0,84% (a 10.ª consecutiva), aos 67.515,40 pontos e com um volume financeiro de R$ 6,46 bilhões negociados.

Em Nova York, nos Estados Unidos, o índice Dow Jones recuou 0,01% e o índice Nasdaq teve um avanço de 0,13%.

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OURO

Ouro/grama: 71,20

Variação: baixa de 0,84%

Na Bolsa de Mercadorias & Futuros (BM&F), o grama do ouro terminou o dia de ontem cotado a R$ 71,20, com uma desvalorização de 0,84% em comparação com o fechamento de anteontem.

Na Comex, divisão de metais da Bolsa Mercantil de Nova York, a onça-troy do metal era cotada a US$ 1,180,88, apresentando alta de 0,98% às 17h55 de ontem.

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DÓLAR

Comercial: R$ 1,755

Variação: queda de 0,34%

O dólar comercial terminou o dia de ontem com uma desvalorização de 0,34%, valendo R$ 1,753 na compra e R$ 1,755 na venda. O dólar paralelo apresentou estabilidade, negociado a R$ 1,810 para a compra e a R$ 1,940 para a venda. O dólar turismo avançou 0,16%, cotado a R$ 1,777 na compra e a R$ 1,883 na venda.

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Tendências no mercado

Contratos de dólar futuro com vencimento em agosto fecharam a R$ 1,757,00 na Bolsa de Mercadorias & Futuros (BM&F), apresentando queda de 0,68%. O Índice Bovespa Futuro subiu 0,76% aos 67.810, e contratos de juros futuros (DI) com vencimento em janeiro de 2011 e janeiro de 2012 a 10,76% e 11,46%, respectivamente.