11 de julho de 2026
Economia & Negócios

Bovespa sobe puxada por bolsas de Nova York e Petrobras; dólar permanece estável


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O Ibovespa retomou o sinal positivo ontem, após a queda da véspera. À influência positiva das bolsas de Nova York somou-se o bom desempenho das ações da Petrobras, com valorizações em torno de 1%. Mesmo depois do ganho de 10,80% em julho, a Bolsa resiste a fortes realizações de lucro - o movimento de venda de ações ontem, como anteontem, foi localizado, afetando sobretudo papéis de bancos e construtoras que vêm de altas recentes expressivas.

Os índices acionários norte-americanos subiram influenciados pelo anúncio de dois dados positivos relativos a julho: criação de um número de vagas acima das expectativas no setor privado e alta no índice de atividade do setor não industrial. O bom dado sobre emprego teve força para dar ânimo às bolsas norte-americanas porque reduziu as preocupações dos investidores quanto à capacidade da economia norte-americana de gerar empregos. Com isso, tornou otimistas expectativas para o payroll, que será divulgado na amanhã. O dado divulgado ontem é considerado pelo mercado como um antecedente do payroll, índice elaborado pelo Departamento de Trabalho dos EUA que abrange também os números sobre o emprego no setor público.

O Ibovespa fechou em alta de 0,40%, aos 68.272,00 pontos. Durante a sessão, registrou a mínima de 67.577,40 pontos, em queda de 0,62%, e a máxima de 68.534,20 pontos, em alta de 0,79%. No mês, acumula valorização de 1,12% e no ano a perda está em 0,46%.

As ações da Petrobras fecharam em alta superior à do Ibovespa, apesar do recuo do preço do petróleo (-0,10%, para US$ 82,47, na Nymex). O papel ON subiu 1,19%, para R$ 33,90, e o PN, 0,89%, para R$ 29,34. Para Fausto Gouveia, economista da Legan Asset Management, a possibilidade de que a capitalização da estatal seja adiada para 2011 permite um “respiro” neste momento aos papéis da companhia.

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RENDA FIXA

Renda bruta: 10,66%

Ganho líquido/30 dias: 0,71%

Pela taxa média de 10,66% ao ano paga a grandes investidores, uma aplicação em CDB prefixado com prazo de 30 dias corridos e 21 dias úteis foi fechada ontem com rendimento bruto de 0,88% e líquido de 0,71%. A média de retorno para uma aplicação de pequena quantia de recursos, de acordo com o critério de cada instituição, era de 8,53% ao ano, com rentabilidade bruta de 0,71% e líquida de 0,57%.

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BOLSA DE SP

Bovespa: alta de 0,40%

Volume: R$ 6,14 bilhões

A Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) fechou o dia de ontem com uma valorização de 0,40%, aos 68.272,00 pontos e com um volume financeiro de R$ 6,14 bilhões negociados.

Em Nova York, nos Estados Unidos, o índice Dow Jones teve uma valorização de 0,41% e o índice Nasdaq avançou 0,88%.

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OURO

Ouro/grama: 71,50

Variação: alta de 0,71%

Na Bolsa de Mercadorias & Futuros (BM&F), o grama do ouro terminou a quarta-feira negociado a R$ 71,50, com uma valorização de 0,71% em comparação com o fechamento de anteontem.

Na Comex, divisão de metais da Bolsa Mercantil de NY, a onça-troy do metal era cotada a US$ 1,194,60, apresentando alta de 0,07% às 17h54 de ontem.

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DÓLAR

Comercial: R$ 1,759

Variação: alta de 0,46%

O dólar comercial encerrou o dia de ontem negociado a R$ 1,757 para a compra e a R$ 1,759 para a venda. O dólar paralelo avançou 0,52%, terminando o dia cotado a R$ 1,850 na compra e a R$ 1,950 na venda. O dólar turismo fechou o dia estável, valendo R$ 1,697 para a compra e a R$ 1,870 para a venda.

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Tendências no mercado

Contratos de dólar futuro com vencimento em setembro fecharam a R$ 1,764,00 na Bolsa de Mercadorias & Futuros (BM&F), apresentando queda de 0,31%. O Índice Bovespa Futuro subiu 0,40% aos 68.575, e contratos de juros futuros (DI) com vencimento em janeiro de 2011 e janeiro de 2012 a 10,83% e 11,66%, respectivamente.