• Festa das faixas
A sessão de Câmara Municipal, ontem, teve galeria cheia e gente protestando. Quatro faixas foram estendidas na área reservada ao público. Duas eram endereçadas ao Poder Legislativo e outras duas ao Poder Executivo. Os projetos, mais uma vez, ficaram em segundo plano.
• Impasse da sigla
A Associação Bauru pela Diversidade (ABD) questionou em suas faixas o vereador Roberval Sakai (PP) pela sua intenção de alterar o projeto da Semana da Diversidade. O parlamentar quer suprimir a sigla Lésbicas, Gays, Bissexuais e Trasgêneros (LGBT) da proposta, alegando que o termo “minorias” é mais abrangente. Militantes batem o pé na permanência da denominação.
• Família na frente
O pastor Edson Valentim de Freitas Filho, presidente do Conselho de Pastores Evangélicos de Bauru e região, usou a tribuna para chamar a população para a Marcha para Jesus, no dia 21. Também falou sobre a importância das famílias e, não se intimidando com a presença da comunidade LGBT, afirmou que a família aceita somente casamento de homem e mulher.
• Faixa apócrifa
Roque Ferreira (PT) criticou o fato das duas faixas que chamavam o prefeito Rodrigo Agostinho de “Rodrigo Impostinho” não contarem com a assinatura de seu autor. A paternidade das faixas foi descoberta somente no momento em que Marcelo Borges usou a tribuna e garantiu que ele não era o mentor do manifesto. Foi então que Pedro Valentim assumiu a autoria.
• A personalização
De acordo com o polêmico Pedro Valentim, ele não assinou as faixas para evitar a personalização do protesto. Além disso, avaliou que os dizeres não são de conteúdo ilegal. Além disso, afirmou ser contra o aumento da cobrança de impostos que penalizam a população.
• Quatro vereadores
Fabiano Mariano (PDT) criticou o esvaziamento da reunião convocada pela prefeitura na última sexta-feira para discussão da revisão da planta genérica. Apenas quatro parlamentares compareceram. Para ele, os vereadores reclamam da falta de participação na elaboração das propostas, mas quando são convidados a isso, não vão.
• Para maldade, não
Marcelo Borges rebateu dizendo que vereador tem que ir na prefeitura pedir asfalto, luz e melhorias para a cidade e não para “ver a maldade que querem fazer com o povo de Bauru”. Mariano rebateu afirmando que justamente para avaliar que tipo de maldade querem fazer com a população e para saná-la é que o vereador tem a obrigação de ir até lá.
• Pela acessibilidade
Enchendo o presidente da Câmara, Pastor Luiz (PTB), de elogios, o vereador Fernando Mantovani (PSDB) cobrou a implementação da transmissão da tradução das sessões da Casa para o sistema de Linguagem Brasileira de Sinais (Libras). De acordo com o tucano, se isso for feito, Barbosa poderá ser lembrado como o presidente que mais fez pela acessibilidade na Câmara.
• Gazzetta liberado
A assessoria de imprensa do Partido Verde (PV) de Bauru afirmou ontem que a candidatura de Clodoaldo Gazzetta, que busca uma vaga na Assembleia Legislativa do Estado, foi considerada apta pelo Tribunal Regional Eleitoral. De fato, no site do TRE está a liberação da candidatura.