11 de julho de 2026
Economia & Negócios

Bovespa ignora desânimo em Nova York e sobe 0,66%; dólar recua para R$ 1,757


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A bolsa brasileira ignorou dados econômicos desanimadores no exterior e a fraqueza das bolsas em Nova York e fechou em alta, apoiada sobretudo no bom desempenho das ações da Vale, que foram destaques do exercício de opções sobre ações ontem. Além de Vale, os papéis de construtoras ajudaram o Ibovespa, com PDG Realty (que apresenta seu balanço após o fechamento dos negócios), Cyrela, Gafisa e MRV mostrando valorizações acima do índice.

Com isso, a Bovespa conseguiu superar o desalento vindo do Exterior, a começar pelo fraco crescimento japonês. O PIB do Japão cresceu apenas 0,4% no segundo trimestre em relação a igual período de 2009, muito pior do que o estimado por economistas, de +2,3%. Com isso, Japão perdeu para a China a posição de segunda maior economia do mundo.

Além disso, nos EUA indicadores abaixo do esperado desanimaram os investidores, o que deixou as bolsas em Nova York indecisas, oscilando entre os campos negativo e positivo, perto da estabilidade. O índice Empire State de atividade industrial do Fed de Nova York mostrou leve melhora em relação a junho, subindo para 7,10 em julho, mas ficou abaixo da leitura esperada por economistas, de 8,5. Já o índice de sentimento de confiança das construtoras norte-americanas caiu para 13 pontos em agosto, de 14 em julho, quando a média das projeções dos analistas era de 15 pontos.

O Ibovespa subiu 0,66%, fechando com 66.701,89 pontos. Ao longo da sessão, registrou a mínima de 66.186,95 pontos, em queda de 0,12%, e a máxima de 66.867,71 pontos, em alta de 0,91%. No mês, ainda perde 1,20%; no ano, desvaloriza-se 2,75%.

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RENDA FIXA

Renda bruta: 10,68%

Ganho líquido/30 dias: 0,67%

Pela taxa média de 10,68% ao ano paga a grandes investidores, uma aplicação em CDB prefixado com prazo de 30 dias corridos e 21 dias úteis foi fechada ontem com rendimento bruto de 0,84% e líquido de 0,67%. A média de retorno para uma aplicação de pequena quantia de recursos, de acordo com o critério de cada instituição, era de 8,54% ao ano, com rentabilidade bruta de 0,68% e líquida de 0,54%.

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BOLSA DE SP

Bovespa: alta de 0,66%

Volume: R$ 8,83 bilhões

A Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) encerrou a segunda-feira com uma valorização de 0,66%, aos 66.701,89 pontos e com um volume financeiro de R$ 8,83 bilhões negociados.

Em Nova York, nos Estados Unidos, o índice Dow Jones sofreu uma baixa de 0,01% e o índice Nasdaq teve alta de 0,39%.

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OURO

Ouro/grama: 73,60

Variação: alta de 0,82%

Na Bolsa de Mercadorias & Futuros (BM&F), o grama do ouro terminou o dia de ontem negociado a R$ 73,60, com uma alta de 0,82% em comparação com o fechamento da última sexta-feira.

Na Comex, divisão de metais da Bolsa Mercantil de NY, a onça-troy do metal era cotada a US$ 1,225,22, apresentando alta de 0,80% às 17h55 de ontem.

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DÓLAR

Comercial: R$ 1,757

Variação: baixa de 0,85%

O dólar comercial apresentou uma baixa de 0,85%, valendo R$ 1,755 na compra e R$ 1,757 na venda. O dólar paralelo sofreu uma queda de 0,51%, negociado a R$ 1,790 para a compra e a R$ 1,940 para a venda. O dólar turismo recuou 1,97%, cotado a R$ 1,740 na compra e a R$ 1,840 na venda.

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Tendências no mercado

Contratos de dólar futuro com vencimento em setembro fecharam a R$ 1,761,00 na Bolsa de Mercadorias & Futuros (BM&F), apresentando queda de 1,07%. O Índice Bovespa Futuro subiu 1,15% aos 66.870, e contratos de juros futuros (DI) com vencimento em janeiro de 2011 e janeiro de 2012 a 10,75% e 11,32%, respectivamente.