11 de julho de 2026
Economia & Negócios

Bovespa volta a 67 mil pontos e vira para ganho no mês; alta do dia fica em 1,32%


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A Bovespa acompanhou a alta das bolsas de valores no mundo, apoiada sobretudo no avanço de ações de setores ligados a commodities, como mineradoras e petroleiras, beneficiadas pelo aumento de preços do petróleo e de metais. A alta foi reforçada também pelo bom desempenho dos papéis de construtoras, embalados pela perspectiva de maior oferta de financiamentos a partir da expectativa de que o ciclo de alta da taxa Selic este ano pode ter sido encerrado na última reunião do Copom. A valorização de ontem do Ibovespa, levemente acima das vistas nas bolsas em Nova York, foi suficiente para colocar o índice de volta aos 67 mil pontos e virar para positivo o seu desempenho no mês.

O ânimo voltou às bolsas norte-americanas, interrompendo a ressaca iniciada dia 10 com o comunicado em que o Federal Reserve admitiu uma desaceleração no ritmo da recuperação dos EUA. A virada de humor resultou de uma série de fatores: grandes redes varejistas, como Walmart e Home Depot, apresentaram balanços com bons resultados; ações ligadas a matérias primas se valorizaram depois do anúncio da oferta de aquisição da canadense Potash feita pela BHP Billiton (rejeitada pela diretoria); a produção industrial cresceu 1%, acima da expectativa de 0,7%, e a inflação teve alta de 0,2%, afastando temores de deflação. Além disso, o Federal Reserve deu início, com sucesso, às compras de títulos do Tesouro norte-americano destinadas a pressionar as taxas de juro de longo prazo para baixo de forma a estimular a economia.

O Ibovespa fechou em alta de 1,32%, aos 67.583,77 pontos - é a quarta alta seguida do índice. Nesses quatro dias, acumulou ganho de 2,73%. Durante a sessão, oscilou da mínima de 66.701,89 pontos (estável) à máxima de 67.665,64 pontos (+1,44%). No mês, passou a alta de 0,10% e no ano perde 1,46%.

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RENDA FIXA

Renda bruta: 10,78%

Ganho líquido/30 dias: 0,67%

Pela taxa média de 10,78% ao ano paga a grandes investidores, uma aplicação em CDB prefixado com prazo de 30 dias corridos e 21 dias úteis foi fechada ontem com rendimento bruto de 0,85% e líquido de 0,68%. A média de retorno para uma aplicação de pequena quantia de recursos, de acordo com o critério de cada instituição, era de 8,58% ao ano, com rentabilidade bruta de 0,68% e líquida de 0,55%.

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BOLSA DE SP

Bovespa: alta de 1,32%

Volume: R$ 5,61 bilhões

A Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) fechou a terça-feira com uma valorização de 1,32%, aos 67.583,77 pontos e com um volume financeiro de R$ 5,61 bilhões negociados.

Em Nova York, nos Estados Unidos, o índice Dow Jones avançou 1,01% e o índice Nasdaq teve um avanço de 1,26%.

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OURO

Ouro/grama: 73,00

Variação: queda de 0,82%

Na Bolsa de Mercadorias & Futuros (BM&F), o grama do ouro encerrou o dia de ontem negociado a R$ 73,00, com uma desvalorização de 0,82% em comparação com o fechamento de anteontem.

Na Comex, divisão de metais da Bolsa Mercantil de NY, a onça-troy do metal era cotada a US$ 1,224,80, apresentando alta de 0,14% às 18h02 de ontem.

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DÓLAR

Comercial: R$ 1,754

Variação: baixa de 0,17%

O dólar comercial terminou a terça-feira com uma desvalorização de 0,17%, valendo R$ 1,752 na compra e R$ 1,754 na venda. O dólar paralelo fechou o dia de ontem estável, cotado a R$ 1,810 para a compra e a R$ 1,940 para a venda. O dólar turismo avançou 0,71%, negociado a R$ 1,753 na compra e a R$ 1,853 na venda.

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Tendências no mercado

Contratos de dólar futuro com vencimento em setembro fecharam a R$ 1,761,00 na Bolsa de Mercadorias & Futuros (BM&F), apresentando queda de 1,07%. O Índice Bovespa Futuro subiu 1,15% aos 66.870, e contratos de juros futuros (DI) com vencimento em janeiro de 2011 e janeiro de 2012 a 10,75% e 11,32%, respectivamente.