11 de julho de 2026
Economia & Negócios

Bolsa vira para positivo no final do dia com ajuda da Vale; dólar vai a R$ 1,753


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Em um dia sem divulgação de dados relevantes no exterior a direcionar o mercado, as bolsas de valores tiveram uma sessão técnica, com foco doméstico. Na Bovespa, à tarde, as ações da Petrobras acentuaram o movimento de queda e o Ibovespa só não fechou em baixa por causa de uma esticada da alta das ações da Vale na última hora do pregão. O duelo Petrobrás x Vale deixou em segundo plano a influência do vencimento de índice futuro e o otimismo das bolsas de Nova York.

O Ibovespa fechou em alta de 0,08%, aos 67.638,38 pontos. Na sessão, oscilou da mínima de 67.005,75 pontos, em queda de 0,86%, à máxima de 67.745,45 pontos, em alta de 0,24%. No mês, mantém-se positiva, acumulando alta de 0,18%; no ano, a perda soma 1,38%. Segundo operadores, o vencimento de índice futuro foi tranquilo, sem disputas acirradas.

As ações da Petrobras estiveram sujeitas, sobretudo, à cautela de investidores enquanto aguardam definições sobre o processo de capitalização. Os papéis da estatal, que têm peso de cerca de 12% no Ibovespa, tiveram quedas expressivas, entre as maiores do índice - o papel ON caiu 2,48%, para R$ 31,51, e o PN recuou 2,19%, para R$ 27,68.

Mais do que a falta de uma data precisa para a oferta (sabe-se apenas que será em setembro), o mercado se ressente com a falta de definição do preço do barril de petróleo que será considerado na cessão onerosa da União para a estatal, comenta Dany Rappaport, sócio da Investport. Incomoda o mercado informações de que existiria uma divergência entre o Tesouro e a Petrobras a respeito do valor do barril da cessão onerosa. Para a estatal, interessa que o preço do barril seja o menor possível (comenta-se em torno de US$ 5) e, para o Tesouro, é o contrário (mais perto de US$ 10, segundo estimativas).

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RENDA FIXA

Renda bruta: 10,61%

Ganho líquido/30 dias: 0,67%

Pela taxa média de 10,61% ao ano paga a grandes investidores, uma aplicação em CDB prefixado com prazo de 30 dias corridos e 21 dias úteis foi fechada ontem com rendimento bruto de 0,84% e líquido de 0,67%. A média de retorno para uma aplicação de pequena quantia de recursos, de acordo com o critério de cada instituição, era de 8,49% ao ano, com rentabilidade bruta de 0,68% e líquida de 0,54%.

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BOLSA DE SP

Bovespa: alta de 0,08%

Volume: R$ 8,25 bilhões

A Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) fechou o dia de ontem com uma ligeira valorização de 0,08%, aos 67.638,38 pontos e com um volume financeiro de R$ 8,25 bilhões negociados.

Em Nova York, nos Estados Unidos, o índice Dow Jones avançou 0,09% e o índice Nasdaq teve uma alta de 0,28%.

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OURO

Ouro/grama: 73,21

Variação: alta de 0,29%

Na Bolsa de Mercadorias & Futuros (BM&F), o grama do ouro terminou a quarta-feira negociado a R$ 73,21, com uma alta de 0,29% em comparação com o fechamento de anteontem.

Na Comex, divisão de metais da Bolsa Mercantil de Nova York, nos Estados Unidos, a onça-troy do metal era cotada a US$ 1,229,53, apresentando alta de 0,30% às 18h de ontem.

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DÓLAR

Comercial: R$ 1,753

Variação: baixa de 0,06%

O dólar comercial encerrou o dia de ontem com uma desvalorização de 0,06%, valendo R$ 1,751 na compra e R$ 1,753 na venda. O dólar paralelo fechou estável, cotado a R$ 1,840 para a compra e a R$ 1,940 para a venda. O dólar turismo teve uma alta de 0,54%, negociado a R$ 1,733 na compra e a R$ 1,863 na venda.

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Tendências no mercado

Contratos de dólar futuro com vencimento em setembro fecharam a R$ 1,759,00 na Bolsa de Mercadorias & Futuros (BM&F), apresentando queda de 0,14%. O Índice Bovespa Futuro caiu 0,19% aos 67.490, e contratos de juros futuros (DI) com vencimento em janeiro de 2011 e janeiro de 2012 a 10,73% e 11,28%, respectivamente.