Nova York - Seis mulheres e um homem que alegam terem sido abusados sexualmente por um padre católico há décadas entraram com dois processos separados na Justiça dos Estados Unidos ontem. Eles alegam que a diocese de Oakland foi negligente ao empregar o padre e falhou em alertar os pais sobre potenciais abusos.
O padre Stephen Kiesle é o protagonista da acusação mais direta já feita contra o papa Bento XVI, que teria demorado a agir no caso. Quando ainda era cardeal Joseph Ratzinger, ele teria resistido a pedidos para suspender Kiesle, segundo uma carta de 1985 que contém sua assinatura.
Jeff Anderson, advogado das vítimas, diz que o bispo de Oakland John C. Cummins sabia de alegações de abuso contra o padre, mas não fizeram nada para evitar que ele tivesse contato com crianças.