Lamentável o que você falou sobre a atitude do funcionário do IBGE, professora Gisele. Não creio que esse tipo de atitude aconteça apenas com algum funcionário que trabalhe no recenseamento, e sim seja uma atitude comum das pessoas. O preconceito se estende alem do racial, no social, no religioso e em muitas áreas de nossa vida. Também já sofri algum tipo de violência desse tipo e penso que apenas com educação e conscientização das pessoas poderemos avançar, mesmo que seja a passos de tartaruga.
Júlio Fernandes