A Bovespa caiu hoje, em meio a fortes quedas das bolsas norte-americanas, debilitadas por dados econômicos ruins sobre atividade industrial e emprego no EUA, e um novo tombo das ações da Petrobras, motivado pelo aumento das dúvidas sobre a capitalização da estatal. O Ibovespa interrompeu cinco sessões consecutivas de alta e perdeu a faixa dos 67 mil pontos, à qual tinha voltado há apenas duas sessões. Também passou a oferecer perdas em agosto. O bom desempenho de ações como da BM&FBovespa, OGX Petróleo, PDG Realty e AmBev reduzem a queda do índice em relação às bolsas norte-americanas.
O Ibovespa fechou em queda de 1,11%, aos 66.887,13 pontos. Ao longo da sessão, bateu na mínima de 66.823,59 pontos, em baixa de 1,20%, e atingiu a máxima de 67.712,83 pontos, em alta de 0,11%. No mês, passou a acumular perda de 0,93%. No ano, a desvalorização ampliou-se para 2,48%. O giro financeiro foi de R$ 5,299 bilhões, 17% dos quais movimentados por ações da Petrobras.
Repetindo o desempenho de ontem, Petrobras voltou a ter quedas expressivas, entre as maiores baixas do Ibovespa, com o papel ON cedendo 3,65%, para R$ 30,36, e o PN, 3,25%, para R$ 26,78, após se avolumarem as dúvidas sobre a viabilidade da capitalização a um preço do barril da cessão onerosa da União à estatal entre US$ 10 e US$ 12 - de acordo com informações vazadas ontem à noite, essa faixa de preço estaria no laudo que a Agência Nacional do Petróleo (ANP) confirmou que vai receber nesta quinta-feira da consultoria contratada para a avaliação. Em dois dias, Petrobras ON perdeu 6,03% e PN 5,37%.
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RENDA FIXA
Renda bruta: 10,70%
Ganho líquido/30 dias: 0,68%
Pela taxa média de 10,70% ao ano paga a grandes investidores, uma aplicação em CDB prefixado com prazo de 30 dias corridos e 21 dias úteis foi fechada ontem com rendimento bruto de 0,85% e líquido de 0,68%. A média de retorno para uma aplicação de pequena quantia de recursos, de acordo com o critério de cada instituição, era de 8,56% ao ano, com rentabilidade bruta de 0,68% e líquida de 0,54%.
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BOLSA DE SP
Bovespa: queda de 1,11%
Volume: R$ 5,30 bilhões
A Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) encerrou o dia de ontem com uma significativa desvalorização de 1,11% (após cinco altas), aos 66.887,13 pontos e com um giro financeiro de R$ 5,30 bilhões negociados.
Em Nova York, nos Estados Unidos, o índice Dow Jones caiu 1,39% e o índice Nasdaq sofreu uma baixa de 1,66%.
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OURO
Ouro/grama: 73,32
Variação: alta de 0,15%
Na Bolsa de Mercadorias & Futuros (BM&F), o grama do ouro encerrou a quinta-feira negociado a R$ 73,32, com uma valorização de 0,15% em comparação com o fechamento de anteontem.
Na Comex, divisão de metais da Bolsa Mercantil de Nova York, a onça-troy do metal era cotada a US$ 1,231,82, apresentando alta de 0,19% às 17h53 de ontem.
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DÓLAR
Comercial: R$ 1,756
Variação: alta de 0,17%
O dólar comercial fechou o dia de ontem com uma valorização de 0,17%, valendo R$ 1,754 na compra e R$ 1,756 na venda. O dólar paralelo terminou a quinta-feira com uma alta de 0,52%, negociado a R$ 1,850 para a compra e a R$ 1,950 para a venda. O dólar turismo recuou 0,70%, cotado a R$ 1,743 na compra e a R$ 1,850 na venda.
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Tendências no mercado
Contratos de dólar futuro com vencimento em setembro fecharam a R$ 1,761,50 na Bolsa de Mercadorias & Futuros (BM&F), apresentando alta de 0,14%. O Índice Bovespa Futuro caiu 1,18% aos 67.760, e contratos de juros futuros (DI) com vencimento em janeiro de 2011 e janeiro de 2012 a 10,70% e 11,23%, respectivamente.