Se neste País não existissem pessoas que mendigam três refeições diárias (o próprio presidente Lula disse isso), se não existissem instituições de caridade que lutam fazendo campanhas para cuidar e alimentar carentes, se cada brasileiro tivesse atendimento médico público digno, sem ter que esperar meses por uma consulta, aí, sim, eu aplaudiria as doações de alimentos a países pobres e a assistência médica que nosso presidente deu ao seu colega paraguaio (transporte aéreo e exames médicos) usando o dinheiro dos impostos pagos pelo povo brasileiro. Ah! Ia me esquecendo dos 500 mil dólares dados ao governo do Haiti (se não me engano). Não é difícil fazer caridade com dinheiro alheio.
Kunio Matsumoto