O período de setembro a abril é a melhor época do ano para os amantes da pesca oceânica testarem suas habilidades no mar da ilha. Período em que as correntes marinhas chegam a Comandatuba trazendo um maior número de peixes. As águas do lugar, segundo os experts, são as melhores de toda a Costa Atlântica para esse tipo de atividade.
A costa local é considerada o terceiro melhor destino de pesca de marlin do mundo e a ilha fica a apenas uma hora de distância de barco até o pesqueiro, onde se concentram marlins azul e branco, além de peixe espada, badejo, garoupa e mero, entre outros.
Único hotel cinco estrelas do País a contar com as condições geográficas ideais e a infraestrutura necessária para a pesca esportiva, o Transamérica Ilha de Comandatuba tem nas atividades náuticas um dos seus grandes atrativos.
Ski, wake board, jet skis, lanchas, windsurfs, quadriciclos e beach truck estão entre os equipamentos disponíveis para locação com instrutores e monitores à disposição.
Para a pesca oceânica, as lanchas são equipadas com sistemas modernos de sonda e de navegação, além de iscar, carretilhas e caniços. Cada embarcação leva até quatro passageiros, além de um capitão e um marinheiro que acompanham o percurso, que leva de seis a oito horas de pescaria.
Já a pesca de canal é feita em barcos com motor de popa e elétricos para até duas pessoas. Nesta modalidade, os peixes mais comuns são o robalo, a pescada e a caranha, entre outros.
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Tartarugas marinhas
O Hotel Transamérica apoia vários projetos de sustentabilidade na ilha, entre eles o Projeto Queloniatuba, de conservação e pesquisa das tartarugas marinhas. Para tanto, no período de desova, os biólogos do Instituto Ecotuba realizam patrulhamentos ao longo da praia para proteção dos ninhos destas espécies ameaçadas de extinção.
O projeto surgiu em 1995, quando o empreendimento doava ovos de galinha semanalmente como retribuição para os moradores que deixavam de comer ovos de tartaruga e passavam a ajudar o instituto no cuidado dos ninhos.
Hoje em dia, os ovos de galinha não são mais necessários, pois as comunidades praianas já estão suficientemente integradas e conscientizadas.
Cada morador que cuida de um ninho passa a ser considerado um guardião da natureza, recebendo diplomas e brindes de incentivo.