07 de julho de 2026
Entrelinhas

Entrelinha

Da Redação
| Tempo de leitura: 3 min

• Reunião mensal

Hoje, os demistas (DEM) realizam sua reunião ordinária, às 10h30. O encontro será pela manhã, nas dependências da Faculdades Integradas de Bauru (FIB). Na pauta das discussões, os partidários avaliarão a administração municipal.

• Bancada incisiva

A julgar pela última sessão, onde Chiara Ranieri fez seu discurso mais incisivo em relação ao governo local, elencando uma série de problemas em diferentes áreas da administração municipal, não será surpresa esperar outra manifestação dura na próxima segunda-feira. Chiara e Segalla vão estar presentes.

• Piada agora pode

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Carlos Ayres Britto, suspendeu a regra que proíbe programas de humor de fazerem piadas com os candidatos que disputarão as eleições de outubro. Sem ainda julgar o mérito do caso, que só pode ser analisado pelo plenário do Supremo, Ayres Britto afirmou que o impedimento fere o princípio constitucional da liberdade de expressão.

• Censura prévia

A liminar apontou que a legislação exercia censura prévia aos programas humorísticos. Em julgamento que derrubou a lei de imprensa, em maio do ano passado - que teve o mesmo Ayres Britto como relator -, o STF apontou que a liberdade de informar deve ser irrestrita, cabendo ao Judiciário punir eventuais abusos somente depois destes terem ocorrido. A medida é de autoria da Associação Brasileira de Emissoras de Rádio e Televisão (Abert).

• Passeata carioca

O julgamento final ainda não tem data para acontecer. A proibição das sátiras foi alvo de críticas de humoristas. No domingo passado, cerca de 500 pessoas participaram de passeata no Rio de Janeiro para pedir liberdade para criticar os políticos. Os políticos que se preparem. A queda da regra deve estimular a criatividade dos produtores. Se o Tiririca pode ser jocoso no horário eleitoral...

• Relatório de programas

O vereador Paulo Eduardo de Souza (PSB) quer o envio de relatório dos programas preventivos existentes relacionados a todas as áreas da saúde, incluindo os programas voltados a escolas, creches, adolescentes, gestantes e idosos. Ele encaminhou requerimento ao prefeito Rodrigo Agostinho (PMDB) com a solicitação para conhecimento e análise de possíveis colaborações aos atuais projetos existentes.

• Rudeza e devaneios

Ao final da audiência pública que presidiu ontem na Câmara, na discussão da crise da Associação Hospitalar de Bauru (AHB) Paulo Eduardo de Souza avaliou que o debate foi significativo e com todos os ingredientes esperados, ou seja, com devaneios e a rudeza que se espera em alguns posicionamentos, ao abordar situação tão dramática.

• Não é troca de nome

De vários ângulos da discussão, ficaram claros alguns pontos. Um é o de que não é a mudança do nome da AHB por outra entidade que vai resolver a crise financeira atual. Outro aspecto é que, ainda que o Estado se mantenha na expectativa de uma saída para a situação, a dívida de R$ 154 milhões, em última hipótese, vai sempre recair sobre seu colo. Fechar ou extinguir a AHB é que não vai gerar resolução. Matar o doente é muito pior.