11 de julho de 2026
Economia & Negócios

Apesar de corrida por Petrobras, Bovespa recua 0,19%; dólar é vendido a R$ 1,733


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Um movimento de realocação de carteira, com os investidores saindo de ações de outras empresas para comprar Petrobras, ditou o ritmo dos negócios na Bovespa nesta sexta-feira. A corrida dos investidores para participar da oferta pública da Petrobras levou as ações a fecharem com valorização superior a 4%, e com giro espetacular, superior a R$ 1 bilhão. Já o Ibovespa terminou com variação negativa de 0,19%, aos 66.678,62 pontos, depois de ter subido pela manhã até 1,29%, para 67.673 pontos, influenciado pelo payroll de agosto nos Estados Unidos melhor do que o esperado.

“Os investidores têm só até o dia 10 de setembro para ter o papel em carteira (custódia) e ter o direito de aumentar o capital na oferta pública da estatal. É um prazo curto”, diz o operador da Um Investimentos, Paulo Hegg. Como essa operação ocorre em D+3 - ou seja demora três dias para o papel entrar em custódia -, o investidor tem, na prática, prazo até segunda-feira, dia 6, para participar da oferta por causa do feriado da Independência no Brasil, na terça-feira. Na quarta-feira, dia 8, quando o mercado volta do feriado já não daria mais tempo para fazer essa operação, diz Hegg.

As ações preferenciais de Petrobras subiram 4,35%, valendo R$ 28,80, e movimentaram R$ 1,315 bilhão. E, as ordinárias também foram nesse mesmo embalo e fecharam com ganho de 4,71%, a R$ 32,71, com giro de R$ 330,462 milhões. No total, Petrobras respondeu por 25,6% dos negócios da Bolsa, cujo volume foi de R$ 6,4 bilhões.

O fechamento negativo da Bovespa ontem é atribuído por analistas ao feriado de segunda-feira nos EUA, que comemoram o Dia do Trabalho, e terça-feira no Brasil (7 de Setembro), o que fez com que os players tirassem o pé do acelerador, deixando para se posicionar na quarta-feira. Mas na semana a Bovespa evoluiu bem e acumula alta de 1,66%. No mês, o ganho é de 2,35% e no ano ainda está no vermelho, com desvalorização de 2,78%.

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RENDA FIXA

Renda bruta: 10,57%

Ganho líquido/30 dias: 0,64%

Pela taxa média de 10,57% ao ano paga a grandes investidores, uma aplicação em CDB prefixado com prazo de 30 dias corridos e 21 dias úteis foi fechada ontem com rendimento bruto de 0,80% e líquido de 0,64%. A média de retorno para uma aplicação de pequena quantia de recursos, de acordo com o critério de cada instituição, era de 8,45% ao ano, com rentabilidade bruta de 0,64% e líquida de 0,51%.

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BOLSA DE SP

Bovespa: baixa de 0,19%

Volume: R$ 6,41 bilhões

A Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) fechou a sexta-feira com uma ligeira desvalorização de 0,19%, aos 66.678,62 pontos e com um giro financeiro de R$ 6,41 bilhões negociados.

Em Nova York, nos Estados Unidos, o índice Dow Jones subiu 1,24% e o índice Nasdaq teve uma alta de 1,53%.

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OURO

Ouro/grama: não houve negociação

Variação: não houve negociação

Não houve negociação de ouro na Bolsa de Mercadorias & Futuros (BM&F). Na Comex, divisão de metais da Bolsa Mercantil de Nova York, nos Estados Unidos, a onça-troy do metal era cotada a US$ 1,246,90, apresentando queda de 0,29% às 18h18 de ontem.

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DÓLAR

Comercial: R$ 1,733

Variação: alta de 0,06%

O dólar comercial encerrou o dia de ontem com uma alta de 0,06%, valendo R$ 1,731 na compra e R$ 1,733 na venda. O dólar paralelo apresentou uma desvalorização de 1,03%, negociado a R$ 1,810 na compra e a R$ 1,930 na venda. O dólar turismo subiu 0,93%, cotado a R$ 1,747 na compra e a R$ 1,840 na venda.

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Tendências no mercado

Contratos de dólar futuro com vencimento em outubro fecharam a R$ 1,742,00 na Bolsa de Mercadorias & Futuros (BM&F), apresentando alta de 0,37%. O Índice Bovespa Futuro caiu 0,49% aos 67.010 pontos, e contratos de juros futuros (DI) com vencimento em janeiro de 2011 e janeiro de 2012 a 10,68% e 11,37%, respectivamente.