Brasília - A candidata à presidência Marina Silva (PV) apontou o caso envolvendo a ministra Erenice Guerra (Casa Civil) como mais um motivo para a realização do segundo turno na disputa pelo Palácio do Planalto. “Sinto que os brasileiros estão se mobilizando para que tenhamos um segundo turno para que as coisas possam ser melhor esclarecidas, investigadas, apuradas e que se possa pensar duas vezes antes de entregar o futuro do nosso País (...) nas mãos de um dirigente que será escolhido”, afirmou a senadora ontem, em sabatina realizada pela Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), em Brasília.
Marina cobrou agilidade nas investigações sobre as denúncias, mas preferiu não fazer críticas diretas à sucessora da presidenciável Dilma Rousseff (PT) na Casa Civil. “As apurações é que levarão a um veredicto. Uma denúncia grave que aconteceu precisa ser adequadamente investigada e, se tiver culpados de tráfico de influência, devem ser punidos. Não vou fazer julgamento a priori de ninguém”, disse Marina.