07 de julho de 2026
Entrelinhas

Entrelinha

Da Redação
| Tempo de leitura: 3 min

• Patriotismo?

A leitora Thalita Aparecida Cunha chama a atenção para a pouca preocupação de autoridades e do povo em geral para com o amor à Pátria. No dia 7 de setembro, feriado da Independência, ela percorreu muitas repartições públicas e mesmo em outros locais onde a bandeira brasileira pudesse estar hasteada.

• Só no futebol...

“Percorri durante duas horas, aproximadamente, 30 órgãos públicos e encontrei apenas sete deles com a bandeira brasileira hasteada. Fiquei surpresa ao observar que lugares como a Prefeitura Municipal, Câmara e escolas não tinham a bandeira. Dois meses antes, estávamos todos torcendo com muito patriotismo para o Brasil vencer a Copa...”.

• Futuro incerto

Essas observações da leitora são oportunas e explicam, em grande medida, por que a maioria do povo brasileiro não se preocupa quase nada com o que está ocorrendo no espaço público. A vida privada, individual, ganhou total prioridade, ao ponto de praticamente aniquilar qualquer lampejo de espírito coletivo que um cidadão possa ter. Estão roubando e destruindo o Estado brasileiro e quase ninguém se importa. Lamentável!

• Bomba desarmada

Mas nem tudo é desesperança. A semana que terminou e a que começa são significativas do ponto de vista da política local. Discutiu-se à exaustão, e foi desarmada, mais uma bomba-relógio que poderia, se detonada na hora em que seus mentores a programaram, provocar prejuízos que, pelas contas cobradas pela sociedade e feitas pela própria prefeitura, seriam de R$ 8 milhões a R$ 9 milhões para os cofres públicos.

• Eterna vigilância

Todos os demais fatos, os verdadeiros e os mentirosos, foram consequência desse alerta geral. O que ficará para a história política local é que havia (e ainda há) uma conta exagerada para o povo pagar. Evidentemente a crise não terminou, porque é preciso que as negociações ou a Justiça dêem bom cabo a esta cobrança absurda. Seguiremos vigilantes, assim como a sociedade, a Câmara Municipal e todos aqueles que compreenderam, sinceramente, a dimensão do que estava posto na mesa.

• Vez da Marina Silva

A entrevistada de hoje da Agenda Brasil, da APJ, publicada pelo JC (páginas 4 e 5), é com a candidata Marina Silva (PV). No mesmo espaço concedido ao candidato José Serra (PSDB) e que também será dado a Dilma Rousseff (PT), Marina defende plebiscitos para que a sociedade decida sobre aborto e drogas e descarta aventuras na política econômica, se eleita.

• Temer e a crise

O deputado Michel Temer (PMDB), candidato a vice-presidente da República na chapa de Dilma Rousseff (PT) disse ontem a Nivaldo José, do Vanguardão da rádio Auri Verde, que as acusações contra a ex-ministra da Casa Civil Erenice Guerra não geraram problemas na campanha porque o governo tomou providencias rápidas e a afastou do cargo.

• Rodrigo presente

Sobre a participação do PMDB num eventual governo Dilma, Temer disse: “Nós não conversamos, por enquanto só como vice, vamos conversar depois da eleição, antes é complicado qualquer tipo de conversa”. O prefeito Rodrigo Agostinho participou da recepção ao parlamentar peemedebista, ao lado do prefeito duartinense Juninho Aderaldo, no Eco Parque, em Duartina.