HOMENAGEM
Sugerido pelo vereador José Roberto Martins Segalla e aprovado por unanimidade pelos demais vereadores e também pelo prefeito municipal Rodrigo Agostinho, no entroncamento da Avenida Comendador José da Silva Marta com a Avenida José Vicente Aiello existe uma praça que passará a se chamar Complexo Viário “Claudio Sacomandi”. Por que complexo viário se o que há lá é uma praça? É que no futuro a praça deverá desaparecer dando lugar a um complexo viário que inclui um viaduto, sendo assim, os vereadores juntamente com o prefeito optaram pelo nome: Complexo Viário Claudio Sacomandi, pois ficará para sempre. O local não poderia ser mais bem escolhido para homenagear e perpetuar o nome daquele que dedicou sua vida na formação e educação de um número incontável de tenistas. Quem desce pela A. Comendador Martha, ao olhar em direção da praça, pode visualizar uma bola de tênis feita com flores e plantas. Uma feliz Idéia da prefeitura para “marcar” o confronto da Copa Davis entre Brasil e Uruguai realizado no BTC, no mês de maio desse ano.
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BARRAGEM
Começou ontem a Barragem interna do BTC. Você que fez sua inscrição e ainda não sabe quando joga, entre em contato com a secretaria de esportes pelo telefone 3104-0350, com Rubia. Os jogos acontecem às segundas, quartas e sextas-feiras, a partir das 18h30.
COPA DAVIS 1
Mesmo enfrentando um adversário bem mais fraco (em se tratando de ranking) e abrindo 2 a 0 (duas primeiras simples) no primeiro dia de confronto, a equipe do Brasil perdeu para a Índia em confronto disputado em Chennai (Índia) valendo vaga para o Grupo Mundial da Copa Davis de 2011. Perder a dupla era algo esperado, já que a dupla da Índia era formada por dois dos maiores duplistas do mundo, mas perder as últimas duas simples, o que teria acontecido? Sentiram a responsabilidade? Faltou coragem? O último dia começou com o brasileiro Thomaz Bellucci, 27º do mundo frente ao indiano Somdev Devvarman, 113º do mundo, mas, alegando cansaço, o brasileiro desistiu do jogo quando perdia por 7/6 e 4/0. É de se estranhar que um jogador desista de uma partida alegando cansaço quando só tinham sido jogados apenas 17 games. O ponto decisivo ficou nas mãos do experiente Ricardo Mello. Se fosse um torneio comum, com certeza Mello venceria o indiano Rohan Bopanna com um “pé nas costas”, já que era o 75º do mundo enfrentando um jogador que está na modesta 479ª posição, mas Mello foi superado por incríveis três sets a zero. O Brasil, pelo quinto ano consecutivo, perde nos Playoffs do Grupo Mundial e quem sabe no próximo ano consigam algo que não acontece desde 2003, quando ainda contava com participação de Gustavo Kuerten (Guga).
COPA DAVIS 2
Além da derrota do Brasil frente a Índia por 3 x 2, a repescagem teve outros sete confrontos e os resultados foram: Israel 2 x 3 Áustria, Colômbia 1 x 3 USA, Alemanha 5 x 0 África do Sul, Suécia 3 x 2 Itália, Austrália 2 x 3 Bélgica, Cazaquistão 5 x 0 Suíça, Romênia 5 x 0 Equador. As semifinais do Grupo Mundial também foram disputadas no último final de semana: França 5 x 0 Argentina e Sérvia 3 x 2 Republica Tcheca. Todos os países mencionados primeiro jogaram em casa. Entre os dias 3 e 5 de dezembro, França e Sérvia jogam na Sérvia a final da Copa Davis.
CAMPEÃO DE 2010
Ao vencer o US Open, o espanhol Rafael Nadal confirmou a condição de número 1 do mundo até o final da temporada, mais precisamente até o Aberto da Austrália, a ser realizado no final de janeiro. Em decorrência disso, Nadal receberá durante o ATP World Finals, em novembro, em Londres, o troféu de campeão da temporada de 2010. O espanhol iguala ao suíço Roger Federer como o único a garantir o número 1 da temporada já logo após o US Open (Federer conseguiu tal façanha por duas vezes: 2004 e 2006).
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DICA
Para alguns, jogar junto à rede parece algo difícil. Para outros (mais inconstantes) até facilita, pois lá não há muito tempo para se pensar e a próxima jogada acaba saindo mais por reflexo ou instinto do que técnica. Em qualquer caso, algumas regras básicas devem ser seguidas para que seu posicionamento não facilite ao adversário para uma passada ou um “lob” (bola por cima): após o saque ou um golpe de aproximação, siga o caminho da sua bola e cubra a “quadra” (espaço para uma possível passada) em menos tempo. Por exemplo, se você bater uma bola de aproximação de “dentro para fora” (do centro da quadra para a lateral), precisa se preparar para uma devolução na paralela, pois é lá onde ele deverá tentar passá-lo, então corra na diagonal ao invés de correr em linha reta em direção ao meio da rede para então ir para o canto. Ao seguir a bola, você corta os ângulos do seu adversário, forçando-o a fazer um golpe mais difícil para te passar. Apenas como lembrete: para executar uma bola cruzada é necessário que o jogador chegue com tempo suficiente para pegar a bola na frente (adiantado), mas se ele chegar atrasado, o que lhe sobra é tentar uma paralela, ou um lob. Portanto, quando for à rede fique atento a isso.
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CURIOSIDADE
Segundo os 12 “encordoadores” (aqueles que colocam as cordas nas raquetes) que trabalharam no US Open, encerrado há dez dias, foram colocados cordas em 2400 raquetes a um preço de 30 dólares por raquete. A tensão média usada pelos jogadores foi de 56 libras. O austríaco Alexander Peya foge dessa media, pois pedia 75 libras nas dele. Os tipos de cordas usadas pela grande maioria são feitas de polyester. Kim Clisters, Venus Wllians e mais uns poucos ainda usam cordas feitas com tripa animal. Roger Federer, Andy Murray, Novak Djokovic, Robin Soderling e mais oito jogadores (Nadal não está incluído) não usaram os encordoadores do torneio. Eles pagam cerca de US$ 40 mil por ano para a firma “Priority One” para terem suas raquetes (quantas foram necessárias) encordoadas e customizadas nos torneios em que participam. Os encordoadores também comentaram que apenas 10% dos jogadores usam raquetes conforme as vendidas nas lojas, os demais alteram o peso e grip (cabo) conforme suas preferências.