11 de julho de 2026
Economia & Negócios

Bovespa sobe e volta aos 69 mil pontos pela 1ª vez desde 23 de abril; dólar vai a R$ 1,71


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A Bovespa deu prosseguimento aos ganhos da véspera e, pela primeira vez desde 23 de abril, conseguiu fôlego para fechar o pregão acima dos 69 mil pontos, respaldada pela melhora de humor das bolsas em Nova York e também pela alta principalmente dos papéis ligados às commodities metálicas. O Ibovespa subiu 0,60%, aos 69.227,63 pontos, mas o giro negociado murchou, atingindo R$ 6,07 bilhões.

As ações de Petrobras continuaram mostrando volatilidade - as preferenciais subiram 0,75% e as ordinárias cederam 0,56% -, ainda sem definir uma tendência, o que, segundo analistas, é efeito da megacapitalização. “Os investidores estão avaliando novas estratégias e posições para o papel, montando e desmontando carteiras”, afirma um operador. O volume negociado por Petrobras diminuiu, mas ainda se mantém na casa do bilhão. Juntas, as duas ações movimentaram R$ 1,240 bilhão, correspondentes a 20% da Bolsa.

De acordo com fontes, ao contrário do dia anterior, ontem o efeito do rebalanceamento da carteira do MSCI - um dos mais importantes referenciais internacionais do mercado de ações - nos papéis da estatal foi bem menos sentido. A participação de Petrobras no índice MSCI Brazil vai subir de 16% para 21% e no MSCI Latam, o peso passará de 11% para 14,5%.

Com a ajuda da alta dos metais no exterior, as ações da Vale seguem mostrando firmeza. A PNA avançou 0,66% e a ON, +0,77%. Entre as siderúrgicas, também prevaleceram as compras, o que lhes garantiu lugar de destaque no ranking do Ibovespa. Usiminas PNA subiu 2,67% e a ON se valorizou 1,77%, influenciadas pelo anúncio da véspera sobre o desdobramento de ações, na proporção de um novo papel para cada ação existente. Gerdau também apresentou bom desempenho, com a siderúrgica PN subindo 2,10% e a metalúrgica PN +2,38%. CSN ON subiu 2,53%.

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RENDA FIXA

Renda bruta: 10,60%

Ganho líquido/30 dias: 0,67%

Pela taxa média de 10,60% ao ano paga a grandes investidores, uma aplicação em CDB prefixado com prazo de 30 dias corridos e 21 dias úteis foi fechada ontem com rendimento bruto de 0,84% e líquido de 0,67%. A média de retorno para uma aplicação de pequena quantia de recursos, de acordo com o critério de cada instituição, era de 8,48% ao ano, com rentabilidade bruta de 0,68% e líquida de 0,54%.

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BOLSA DE SP

Bovespa: alta de 0,60%

Volume: R$ 6,07 bilhões

A Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) terminou a terça-feira com uma valorização de 0,60%, aos 69.227,63 pontos (nível atingido pela última vez em 23 de abril) e com um volume financeiro de R$ 6,07 bilhões negociados.

Nos Estados Unidos, o índice Dow Jones avançou 0,43% e o índice Nasdaq teve alta de 0,41%.

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OURO

Ouro/grama: R$ 73,50

Variação: alta de 1,09%

Na Bolsa de Mercadorias & Futuros (BM&F), o grama do ouro encerrou o dia de ontem negociado a R$ 73,50, com uma alta de 1,09% em comparação com o fechamento de anteontem.

Na Comex, divisão de metais da Bolsa Mercantil de Nova York, a onça-troy do metal era cotada a US$ 1,309,70, apresentando alta de 1,30% às 17h47 de ontem.

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DÓLAR

Comercial: R$ 1,710

Variação: alta de 0,06%

O dólar comercial fechou o dia de ontem com uma ligeira alta de 0,06%, valendo R$ 1,708 na compra e R$ 1,710 na venda. O dólar paralelo terminou a terça-feira com a cotação estável, negociado a R$ 1,820 para a compra e a R$ 1,910 para a venda. O dólar turismo recuou 1,85%, cotado a R$ 1,647 na compra e a R$ 1,803 na venda.

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Tendências no mercado

Contratos de dólar futuro com vencimento em outubro fecharam a R$ 1,708,50 na Bolsa de Mercadorias & Futuros (BM&F), apresentando queda de 0,18% às 17h45. O Índice Bovespa Futuro subiu 0,80% aos 69.705 pontos, e contratos de juros futuros (DI) com vencimento em janeiro de 2011 e janeiro de 2012 a 10,67% e 11,59%, respectivamente.