11 de julho de 2026
Economia & Negócios

Alta firme da Petrobras livra Bolsa do vermelho; dólar comercial recua e é negociado a R$ 1,705


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A alta firme das ações de Petrobras fez toda a diferença, salvando a Bovespa de uma realização de lucros mais acentuada ontem, marcada por perdas nas bolsas norte-americanas e europeias. Após alternar pequenas altas e baixas no decorrer do pregão, o Ibovespa encerrou a jornada no zero a zero, no mesmo nível da véspera, aos 69.228,24 pontos. Petrobras, que engatou o sinal positivo logo após a abertura, foi ampliando a velocidade de alta e acabou fechando nas máximas do dia. As preferenciais subiram 3%, valendo R$ 27,50, e as ordinárias registraram valorização de 2,89%, a R$ 30,95.

Os papéis da petrolífera foram impulsionados por compras de grandes investidores estrangeiros, segundo operadores que acompanham de perto o fluxo financeiro na Bolsa. Isso explica o elevado volume de negócios: R$ 3,288 bilhões, ou 35% do giro financeiro da Bovespa.

Essa alta da Petrobras é resultado ainda do ajuste de posições tendo em vista a nova carteira do índice MSCI, referência internacional importante do mercado de ações, que passa a vigorar a partir de amanhã, dia 30. A participação da estatal no índice MSCI Brazil vai subir de 16% para 21% e no MSCI Latam, o peso passará de 11% para 14,5%.

A boa valorização dos bancos na Bolsa ontem também teria sido motivada pelo ajuste ao novo índice MSCI. Bradesco PN subiu 2,78%; Itaú Unibanco PN teve ganho de 1,82% e Banco do Brasil ON se valorizou 1,87%. O noticiário sobre Banco do Brasil foi farto. A instituição anunciou uma parceria com a Oi e a Cielo na emissão de cartões “co-branded” e pré-pagos com bandeira nacional e/ou internacional. Segundo o diretor de cartões do BB, Denilson Gonçalves Molina, o objetivo do banco com a parceria é atingir principalmente a baixa renda, que usa o celular pré-pago. Ainda sobre o BB, o banco chileno CorpBanca confirmou que está em negociação para a venda de “não mais de 10%” de suas ações para o banco brasileiro.

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RENDA FIXA

Renda bruta: 10,56%

Ganho líquido/30 dias: 0,67%

Pela taxa média de 10,56% ao ano paga a grandes investidores, uma aplicação em CDB prefixado com prazo de 30 dias corridos e 21 dias úteis foi fechada ontem com rendimento bruto de 0,84% e líquido de 0,67%. A média de retorno para uma aplicação de pequena quantia de recursos, de acordo com o critério de cada instituição, era de 8,50% ao ano, com rentabilidade bruta de 0,68% e líquida de 0,54%.

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BOLSA DE SP

Bovespa: estável

Volume: R$ 9,36 bilhões

A Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) terminou a quarta-feira estável, novamente aos 69.228,24 pontos e com um volume financeiro de R$ 9,36 bilhões negociados.

Em Nova York, nos Estados Unidos, o índice Dow Jones sofreu uma queda de 0,21% e o índice Nasdaq recuou 0,13%.

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OURO

Ouro/grama: R$ 73,60

Variação: alta de 0,13%

Na Bolsa de Mercadorias & Futuros (BM&F), o grama do ouro encerrou o dia de ontem negociado a R$ 73,60, com uma alta de 0,13% em comparação com o fechamento de anteontem.

Na Comex, divisão de metais da Bolsa Mercantil de Nova York, a onça-troy do metal era cotada a US$ 1,309,70, apresentando baixa de 0,03% às 17h51.

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DÓLAR

Comercial: R$ 1,705

Variação: baixa de 0,29%

O dólar comercial fechou a quarta-feira com uma queda de 0,29%, valendo R$ 1,703 na compra e R$ 1,705 na venda. O dólar paralelo apresentou estabilidade, cotado a R$ 1,790 para a compra e a R$ 1,910 para a venda. O dólar turismo avançou 0,78%, negociado no final do dia a R$ 1,693 na compra e a R$ 1,817 na venda.