São Paulo - Depois devotar, Plínio de Arruda Sampaio (PSOL) fez um balanço de sua campanha à Presidência e avaliou que a principal mensagem que passou foi a de que o Brasil não pode continuar desigual. “Porque essa desigualdade é a base, inclusive, da corrupção, da violência, de tudo o que perturba a gente. A mensagem foi essa: “Vamos fazer esse país mais igual’.”
O socialista declarou também que sua candidatura serviu para mostrar “que há gente no Brasil interessada em ouvir a verdade”. Sobre os risos que provocou durante a campanha, Plínio disse que não foram motivados apenas por ele, mas pelo contraste entre a realidade e o que ele dizia.