08 de julho de 2026
Regional

CDHU tem projeto para deficientes

Rita de Cássia Cornélio
| Tempo de leitura: 1 min

Todos os conjuntos habitacionais da Companhia de Desenvolvimento Habitacional e Urbano (CDHU) mantém uma reserva de 7% destinada aos deficientes. O programa de cotas foi implantado em 1996. Desde então são mais de 9 mil imóveis destinado a esse público.

Para contar com o benefício é preciso comprovar a deficiência através de prova documental. O interessado tem que ter limitações irreversíveis que impossibilitem, dificultem ou diminuam a capacidade de trabalho ou criem dependência de seus familiares, exigindo cuidados especiais.

O gerente regional do CDHU de Bauru, Carlos Roberto Ladeira, explica que as famílias com portadores de deficiência participam do sorteio geral e também de sorteio específico. “É um projeto de inclusão de deficientes. Todos os empreendimentos reservam 7% para deficiente. As famílias com portadores de deficiência participam do sorteio geral. Os sorteados são contemplados. As outras participam de uma sorteio específico para deficiente.”

Na opinião dele, a grande maioria dos deficientes tem acesso ao projeto do CDHU, porque a exigência é que a família tenha renda mensal de um salário mínimo. “Nossas parcelas são especiais. Exigimos um salário mínimo de renda familiar. A maioria dessas família se encaixam, uma vez que tem o direito a um salário mínimo da Lei Orgânica da Assistência Social (Loas).”

As modificações na edificação são visíveis e facilitam a locomoção do deficiente físico. “Adaptamos a casa para que o cadeirante possa circular no imóvel. Nessas residências, os banheiros são maiores e possuem barra de apoio na porta, próximas ao vaso sanitário e próximo ao chuveiro.”

De acordo com Ladeira, há unidades com moradias adaptadas em todo o Estado. Na região, há em Bauru, Avaí e Arealva. “São obras mais recentes. As portas ganharam mais largura, passando de 70 para 90 centímetros.”