Após uma manhã indefinida, de curtas oscilações, a Bovespa fincou pé no vermelho no período da tarde, num misto de realização de lucro e cautela às portas da reunião do G-20 e da bateria de indicadores chineses na sexta-feira. O Ibovespa retrocedeu à marca dos 71 mil pontos, pressionado pela ampliação do sinal de baixa emitido pelas bolsas norte-americanas e mais a queda acentuada das ações dos bancos e das construtoras. O Ibovespa encerrou a terça-feira com perda de 1,35%, aos 71.679,47 pontos, bem próximo da mínima do dia (-1,38%). Pela manhã, a Bolsa chegou a registrar alta de 0,53%, beliscando novamente os 73 mil pontos.
Em mais um dia sem indicadores econômicos relevantes nos Estados Unidos, os investidores passaram a sessão à procura de notícias que pudessem dar um rumo aos negócios. Na falta de novidades, o mercado continuou operando em cima de rumores sobre o aumento do IOF na Bolsa ou outra medida punitiva ao capital estrangeiro como por exemplo a elevação do compulsório, o que estimula a venda de ações.
Apesar de ter caído mais do que Nova York, onde o Dow Jones recuava 0,49% e o S&P 500 -0,67% e o Nasdaq -0,51% às 18h24, o volume negociado hoje na Bolsa subiu em relação a ontem mas não chegou a assustar os investidores. O giro financiero somou R$ 6,85 bilhões.
O setor financeiro ajudou a precipitar a queda da Bovespa durante a tarde. As units do Santander caíram 5,59%; Bradesco PN registrou baixa de 2,96% ; ItaúUnibanco PN -2,69% e Banco do Brasil ON teve queda de 2,39%. Fora do Ibovespa, as preferenciais do Banco Panamericano caíram 6,75%, com volume elevado de negócio.
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RENDA FIXA
Renda bruta: 10,61%
Ganho líquido/30 dias: 0,67%
Pela taxa média de 10,61% ao ano paga a grandes investidores, uma aplicação em CDB prefixado com prazo de 30 dias corridos e 20 dias úteis foi fechada ontem com rendimento bruto de 0,84% e líquido de 0,67%. A média de retorno para uma aplicação de pequena quantia de recursos, de acordo com o critério de cada instituição, era de 8,48% ao ano, com rentabilidade bruta de 0,68% e líquida de 0,54%.
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BOLSA DE SP
Bovespa: queda de 1,35%
Volume: R$ 6,85 bilhões
A Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) encerrou o dia de ontem com uma desvalorização de 1,35%, aos 71.679,47 pontos e com um giro financeiro de R$ 6,85 bilhões negociados.
Em Nova York, nos Estados Unidos, o índice Dow Jones recuou 0,80% e o índice Nasdaq sofreu uma baixa de 1%.
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OURO
Ouro/grama: R$ 81,90
Variação: alta de 0,24%
Na Bolsa de Mercadorias & Futuros (BM&F), o grama do ouro fechou a terça-feira negociado a R$ 81,90, com uma alta de 0,24% em comparação com o fechamento de anteontem.
Na Comex, divisão de metais da Bolsa Mercantil de Nova York, a onça-troy do metal era cotada a US$ 1,384,20, queda de 1,86%às 18h48 de ontem.
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DÓLAR
Comercial: R$ 1,699
Variação: alta de 0,18%
O dólar comercial terminou o dia de ontem com uma valorização de 0,18%, valendo R$ 1,697 para a compra e R$ 1,699 para a venda. O dólar paralelo apresentou uma queda de 0,53%, cotado a R$ 1,770 na compra e a R$ 1,860 na venda. O dólar turismo subiu 1,85%, negociado a R$ 1,670 na compra e R$ 1,813 na venda.
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Tendências no mercado
Contratos de dólar futuro com vencimento em dezembro fecharam a R$ 1,708,00 na Bolsa de Mercadorias & Futuros (BM&F), apresentando queda de 0,03%. O Índice Bovespa Futuro caiu 1,78% aos 72.200 pontos, e contratos de juros futuros (DI) com vencimento em janeiro de 2011 e janeiro de 2012 a 10,65% e 11,52%, respectivamente.