10 de julho de 2026
JC Criança

Direitos Humanos: a união que faz a força

Ana Paula Pessoto
| Tempo de leitura: 1 min

Criança sem escola, dormindo na rua e pedindo esmola. Embora rimem, cenas como essas não são poesia, tampouco tem beleza. Elas são tristes, ferem os olhos de quem as vê e atentam contra os direitos humanos. E você sabe o que são os direitos humanos?

O Artigo I da Declaração Universal dos Direitos Humanos, adotada pela Organização das Nações Unidas (ONU) no dia 10 de dezembro de 1948 como resposta às crueldades que vinham sendo cometidas contra as pessoas, de modo especial durante a Segunda Guerra Mundial, diz: “Todos os seres humanos nascem livres e iguais em dignidade e direitos”. Portanto, não importa a raça, cor, sexo, religião, país, origem social, idade, ou qualquer outra diferença, os direitos humanos são aqueles que já nascem com a pessoa.

E o artigo citado é apenas um dos 30 garantidos pelo documento que descreve quais são os direitos básicos que garantem dignidade à vida de todas as pessoas do planeta. Saúde, educação, liberdade, cultura, informação, alimentação, moradia adequada, respeito e lazer são apenas alguns deles.

Assim, tortura, escravidão e todas as formas de violência, discriminação e preconceitos são proibidos pela declaração, que também assegura o direito à liberdade de opinião, pensamento e expressão para adultos e crianças.

Mas não basta apenas saber que esses direitos existem. Eles precisam ser colocados em prática. E para tanto é preciso vigilância permanente e participação coletiva da sociedade. Todos podem lutar pela validade dos direitos humanos junto aos governos. Isso pode e deve começar já na infância, na escola, ou fora dela. Se algo está errado, fale com os colegas, professores e familiares. Juntos, é possível acabar com preconceitos, injustiças e discriminações.