Brasília - O Ministério da Educação ordenou o corte de 512 vagas anuais em cursos de medicina de 11 instituições de ensino superior particulares.
Duas universidades federais, da Bahia e do Pará, terão 90 dias para apurarem responsabilidades na deficiência dos cursos. Por terem autonomia, o MEC não pode determinar corte nas vagas.
As decisões são a última etapa, dentro do MEC, de um processo de avaliação que acompanhou 17 instituições de ensino que tiveram notas 1 e 2 no Enade (exame que avalia os universitários, com resultados de 1 a 5) de 2007. Agora, resta às instituições recorrerem ao Conselho Nacional de Educação.