Cancún -O México está pressionando os participantes da conferência climática da ONU em Cancún a buscarem o melhor acordo possível, embora esteja claro que o resultado, por melhor que seja, não será suficiente para enfrentar a mudança climática.
A discussão climática é marcada por divergências entre países ricos e pobres, que impediram até agora a adoção de um novo tratado climático global de cumprimento obrigatório, que substitua o Protocolo de Kyoto a partir de 2012.
“O grande desafio não é só capturar em um documento da ONU os compromissos e as ações dos países desenvolvidos e em desenvolvimento”, disse o negociador climático mexicano, Luis Alfonso de Alba, em entrevista coletiva.
Lula
Na cerimônia em que foram anunciados os novos índices de desmatamento do país, o presidente Lula disse que não irá a Cancún, México, para participar porque ela “não vai dar em nada, não vai nenhuma grande liderança, no máximo, os ministros do Meio Ambiente. Não vai haver um avanço, uma pactuação”, afirmou Lula.