10 de julho de 2026
Economia & Negócios

Bovespa sobe pouco esperando payroll e temendo alta da Selic; dólar vai a R$ 1,702


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O clima no mercado internacional continuou bom ontem, o que impulsionou a Bovespa principalmente pela manhã, quando atingiu a máxima de 0,86%, porém sem fôlego para reaver os 70 mil pontos. Mas durante a tarde, a Bolsa brasileira se descolou um pouco do Exterior e fechou com alta modesta, de 0,26%, aos 69.527,07 pontos, com giro negociado de R$ 5,76 bilhões.

A despeito dos bons indicadores econômicos que continuaram saindo nesta quinta nos Estados Unidos, a alta da Bolsa foi limitada, segundo operadores pela expectativa com o relatório de emprego de novembro que será divulgado amanhã cedo nos EUA. Para o chamado payroll, as previsões apontam para a criação de 144 mil vagas.

Analistas também mencionaram o receio de uma elevação da taxa básica de juros já na reunião do Copom da próxima semana como fator adicional para esse desempenho contido da Bovespa. No mercado de juros, os contratos mais curtos embutem a possibilidade de uma alta da Selic já na reunião de dezembro, a última sob comando de Henrique Meirelles.

As bolsas norte-americanas mostraram um vigor maior do que o da Bovespa, reagindo à melhora dos dados sobre a economia, como o crescimento inesperado das vendas pendentes de imóveis em outubro, redução da média móvel dos pedidos semanais de auxílio desemprego e o crescimento acima do esperado das vendas das varejistas. O índice Dow Jones subia 0,87% às 18h19 de ontem, o S&P 500 avançava 1,15% e o Nasdaq, 1,06%. As ações dos bancos estavam entre as maiores altas, refletindo melhora na recomendação do JPMorgan, do Citigroup e Bank of America pelo Goldman Sachs.

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RENDA FIXA

Renda bruta: 10,80%

Ganho líquido/30 dias: 0,71%

Pela taxa média de 10,80% ao ano paga a grandes investidores, uma aplicação em CDB prefixado com prazo de 30 dias corridos e 20 dias úteis foi fechada ontem com rendimento bruto de 0,89% e líquido de 0,71%. A média de retorno para uma aplicação de pequena quantia de recursos, de acordo com o critério de cada instituição, era de 8,64% ao ano, com rentabilidade bruta de 0,72% e líquida de 0,58%.

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BOLSA DE SP

Bovespa: alta de 0,26%

Volume: R$ 5,76 bilhões

A Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) terminou o dia de ontem com uma valorização de 0,26%, aos 69.527,07 pontos e com um giro financeiro de R$ 5,76 bilhões negociados.

Em Nova York, nos Estados Unidos, o índice Dow Jones subia 0,87%, às 18h19 de ontem, o S&P 500 avançava 1,15% e o Nasdaq, 1,06%.

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OURO

Ouro/grama: R$ 84,90

Variação: baixa de 1,16%

Na Bolsa de Mercadorias & Futuros (BM&F), o grama do ouro encerrou a quinta-feira negociado a R$ 84,90, com uma baixa de 1,16% em comparação com o fechamento de anteontem.

Na Comex, divisão de metais da Bolsa Mercantil de Nova York, a onça-troy do metal era cotada a US$ 1,385,65, queda de 0,45%.

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DÓLAR

Comercial: R$ 1,702

Variação: queda de 0,35%

O dólar comercial fechou o dia de ontem com uma desvalorizaçãod e 0,35%, valendo R$ 1,700 na compra e R$ 1,702 na venda. O dólar paralelo apresentou estabilidade, negociado a R$ 1,800 na compra e a R$ 1,880 na venda. O dólar turismo avançou 0,95%, cotado a R$ 1,677 para a compra e a R$ 1,807 para a venda.

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Tendências no mercado

Contratos de dólar futuro com vencimento em janeiro fecharam a R$ 1,708,00 na Bolsa de Mercadorias & Futuros (BM&F), apresentando queda de 0,52%. O Índice Bovespa Futuro subiu 0,09% aos 69.675 pontos. Entre os contratos curtos, o DI de janeiro de 2011 subia para 10,839%, com 893.215 contratos; o de abril 2011 avançava para 11,36%, com 236.815 contratos; o de julho 2011 evoluía para 11,82%, com 186.180 contratos; o DI janeiro 2012 marcava 12,24%, com 356.515 contratos. Na divisão de longos e curtos, o DI janeiro 2013 subia a 12,36%, com 156.405 contratos. Entre os contratos longos, o DI de janeiro 2014 avançava para 12,20%, com 25.275 contratos; mas o DI de janeiro 2017 já cedia para 11,98%, com 20.600 contratos; e o DI janeiro 2021 caía para 12,01%, com 3.550 contratos.